Vítimas querem Braskem fora do comitê que avalia instabilidade do solo
DPE e MUVB pedem, ainda, que representantes populares sejam incluídos no grupo
O Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB), junto com a Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE), entrou com uma Ação Civil Pública pedindo a retirada da Braskem do Comitê de Acompanhamento Técnico (CAT), responsável pela análise da instabilidade do solo da capital.
Atualmente composto por representantes da Defesa Civil de Maceió (DCM), Defesa Civil Nacional (DCN) e da mineradora Braskem, a Ação Civil Pública movida pelas vítimas pede ainda que o grupo ganhe três representantes escolhidos pelo voto popular, além da inclusão do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).
O defensor Ricardo Melro, em publicação nas redes sociais, argumenta que o comitê precisa, além de ser, parecer honesto.
“Diz o ditado atribuído a César: ‘À mulher de César não basta ser honesta; é preciso parecer honesta’. Nessa linha, a credibilidade de um órgão técnico se sustenta na confiança pública de que suas conclusões resultam de ciência robusta, livre de influências e comprometida com a proteção das vítimas. Assim como à mulher de César, ao CAT não basta ser independente: precisa parecer independente. Isso é impossível com a Braskem em sua composição e sem participação das vítimas”, disse Melro.
A ação vem após a divulgação de uma pesquisa internacional, no dia 8 de agosto, que revelou falhas graves na metodologia oficial e a subestimação das áreas de risco.
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