Quadrilha que fraudava idosos em AL mandava matar quem contrariava líder
Segundo as investigações foram identificados elementos que apontam para a execução de uma mulher em Marechal Deodoro, em maio de 2024
As investigações da Polícia Civil de Alagoas sobre a organização criminosa alvo da operação “Falso Consignado” revelaram que o grupo, além dos golpes milionários contra idosos, também possuía um braço violento responsável por ordenar homicídios contra pessoas que contrariavam o líder.
De acordo com a Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), foram identificados elementos que apontam para a execução de uma mulher em Marechal Deodoro, em maio de 2024. A vítima, que atuava como laranja em operações fraudulentas, teria sido morta após um desentendimento com o chefe da quadrilha.
Os investigadores também reuniram provas de que o líder planejava o assassinato de sua ex-esposa. Diante desses indícios, a Polícia Civil solicitou o compartilhamento das informações com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela apuração dos crimes contra a vida.
O homem de 56 anos, apontado como líder do esquema, já estava preso no Presídio de Segurança Máxima por homicídio e agora responde também por estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A operação desta terça-feira (19) cumpriu 15 mandados de busca e um de prisão preventiva, com alvos em diferentes bairros de Maceió.
As apurações seguem para identificar a participação de outros integrantes do grupo tanto nos crimes financeiros quanto nos delitos relacionados a violência.
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