Mulher é presa por falsificar decisão judicial para obter distintivos policiais
Operação foi deflagrada na última sexta-feira (17), no bairro da Jatiúca
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), em ação conjunta com a Polícia Civil de São Paulo (PCSP), sob comando do delegado Bruno Tavares, cumpriu um mandado de busca e apreensão na última sexta-feira (17), no bairro Jatiúca, em Maceió, contra uma mulher investigada por falsificação de documento público.
A operação foi conduzida pela Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), pela Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) e pelo Núcleo de Planejamento Operacional.
Durante a ação, foram apreendidos distintivos policiais e outros apetrechos de uso exclusivo da Polícia Civil de São Paulo, além de uma pequena quantidade de maconha.
Segundo as investigações, a suspeita havia participado do concurso público para o cargo de investigadora da PCSP, mas foi eliminada em uma das etapas do certame. Ela chegou a recorrer ao Poder Judiciário, mas, mesmo sem vínculo funcional com a corporação, teria alterado uma decisão judicial para obter distintivos exclusivos dos investigadores paulistas.
O caso segue sob responsabilidade da Vara Criminal de Guarulhos (SP), onde os objetos apreendidos durante a diligência serão apresentados.
Últimas notícias
Bell Marques puxa bloco em Maceió e celebra energia do público no primeiro dia do ano
Lula sanciona diretrizes do Orçamento com veto sobre Fundo Partidário
Franco da Rocha, Ponta Porã e João Pessoa têm ganhadores da Mega da Virada
Alagoas Feita à Mão movimenta mais de R$ 1,1 milhão em vendas ao longo de 2025
Incêndio em estação de esqui deixa 40 mortos e 115 feridos na Suíça
Gestão marca 2025 histórico e deixa grandes obras prontas para entrega em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
