Após corte de R$ 7 milhões, Caio Bebeto acusa militantes da Ufal de omissão
O vereador defende que a educação deve ser tratada com seriedade e cobrou coerência das entidades que dizem representar professores e estudantes
O vereador Caio Bebeto (PL) criticou, nesta terça-feira (13), o silêncio de professores e servidores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) diante do corte de cerca de R$ 7 milhões no orçamento da instituição previsto para 2026, anunciado pelo governo do presidente Lula (PT).
Para o parlamentar, a ausência de manifestações contrasta com a postura adotada em governos anteriores, quando cortes e contingenciamentos eram duramente questionados por entidades ligadas à universidade.
Caio Bebeto também questionou a falta de posicionamento da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), que, até o momento, não se manifestou publicamente contra a redução orçamentária. Segundo o vereador, a postura revela seletividade política.
“Não fazem isso porque são hipócritas. Não estão defendendo professores, alunos, nem universidade nenhuma. É simplesmente a ideologia suja e inescrupulosa da esquerda vendendo a ideia de uma falsa educação”, afirmou.
O vereador defende que a educação deve ser tratada com seriedade e cobrou coerência das entidades que dizem representar professores e estudantes.
Últimas notícias
Ensino bilíngue é apresentado por JHC como novo modelo educacional em Maceió
PF é comunicada para prender Oruam se ele tentar sair do país
Em reunião com líderes, Motta reclama de críticas de ministros de Lula
Operação Lei Seca prende 16 condutores alcoolizados no final de semana de prévias
CNJ recebe nova denúncia de assédio contra Buzzi, ministro do STJ
Prefeitura de Arapiraca lança feira que coloca o município no calendário agro nacional
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
