Cabo Bebeto critica Secretaria de Educação de AL e afirma que ensino integral no Cepa “não tem professor nem estrutura”
Segundo o deputado, o complexo educacional já apresenta dificuldades logo no início do ano letivo
O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) criticou a atuação da Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (Seduc) durante sessão realizada nesta terça-feira (10), na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). O parlamentar afirmou que o modelo de ensino integral implantado no Centro Educacional de Pesquisa Aplicada (Cepa), em Maceió, enfrenta problemas como falta de professores, estrutura precária e desorganização administrativa.
Segundo o deputado, o complexo educacional já apresenta dificuldades logo no início do ano letivo, incluindo carência de profissionais e alto índice de evasão escolar.
“A gente tem visto já há alguns dias notícias na imprensa falando da situação precária do Cepa, complexo que tem enfrentado um alto índice de evasão escolar. Chama atenção porque estamos no começo do ano e já faltam professores”, afirmou Cabo Bebeto durante o pronunciamento.
O parlamentar também criticou a implementação do ensino integral nas unidades do Cepa. De acordo com ele, o modelo estaria sendo aplicado sem a estrutura necessária para atender os estudantes.
“Na prática, o que existe é ausência de professores, de técnicos e de equipamentos”, declarou.
Durante a fala na tribuna, Cabo Bebeto ainda apontou problemas na reorganização da carga horária dos docentes. Segundo ele, professores estariam sendo remanejados entre escolas sem planejamento adequado, o que prejudica o funcionamento das unidades de ensino.
“O professor regular que dá cinco aulas pela manhã e cinco aulas à tarde em uma escola vai ter que ser remanejado para outra unidade porque a escola onde ele atua no segundo horário apresentará esporte e ensino técnico. E nem isso foi feito”, disse.
O deputado também citou a atuação do Ministério Público de Alagoas (MPAL), que esteve no Cepa para verificar a situação das escolas do complexo.
“Ficaram surpresos com o tamanho e a capacidade que esse governo tem de propagar tanto serviço e não executar nem o básico”, afirmou.
Ao final do discurso, Cabo Bebeto fez um apelo ao governo do Estado e afirmou que os problemas não estariam restritos ao Cepa, mas refletiriam a realidade da educação pública em Alagoas.
“O problema não é dinheiro. Assim como na saúde, o problema é execução, aplicação, falta de compromisso e responsabilidade”, concluiu.
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