Mulher cobra R$ 2 milhões do marido após ser chamada de “parasita”
Camilla Kuhns enviou fatura detalhada por trabalho doméstico e materno após ofensa, gerando intenso debate nas redes sociais
Uma dona de casa provocou uma grande polêmica na rede social Threads ao tentar atribuir um valor monetário ao trabalho materno e doméstico. Após ser chamada de “parasita” pelo marido por não trabalhar fora depois de dar à luz, Camilla Kuhns enviou a ele uma fatura detalhada de US$ 522.045,71, o equivalente a R$ 2.613.935,0745, pelos seus serviços e tempo dedicados. A publicação gerou um intenso debate on-line sobre o valor do cuidado familiar em tempo integral.
Entenda
A ofensa: Camilla Kuhns foi chamada de “parasita” pelo marido por não ter um emprego remunerado após o nascimento do filho do casal.
A cobrança: como resposta, ela enviou uma fatura de US$ 522.045,71 referente a “Despesas maternas, gravidez, parto e trabalho doméstico”.
O detalhamento: a conta incluiu valores por cuidados noturnos e diurnos, assistência ao parto, consultas médicas, trabalho de parto sem anestesia e pela recuperação de uma laceração de terceiro grau, além de deduções por limpeza e plano de saúde.
O desfecho: o marido se desculpou antes e depois do envio do documento, e o casal superou o atrito, mas a postagem viralizou e dividiu opiniões na internet.
Threads / Reprodução

Camilla Kuhns foi chamada de “parasita” pelo marido e, em resposta, enviou uma fatura pelos seus serviços
A nota fiscal enviada por Kuhns estipulou valores específicos para cada atividade realizada no período. Entre as maiores cobranças estavam US$ 212.365,71, cerca de R$ 1.063.336,3465, para cuidados diurnos primários (calculados a US$ 40 por hora) e US$ 191.520 (R$ 958.959,792) para cuidados de enfermagem noturnos (a US$ 45 por hora por mais de 4.200 horas). A assistência ao trabalho de parto, equivalente a 1.600 horas em tempo integral, foi precificada em US$ 80.000, aproximadamente R$ 400 mil.
O documento também contabilizou os desgastes físicos do parto: US$ 9.000 (R$ 45.063,90) por consultas médicas; US$ 1.950 (R$ 9.763,845) por 13 horas de trabalho de parto sem anestesia (a US$ 150 por hora); e US$ 50.000 (R$ 250.355,00) pela recuperação de uma laceração de terceiro grau. Na mesma fatura, foram aplicadas deduções de US$ 18.240 (R$ 91.329,504) por 456 horas de limpeza e de US$ 4.550 (R$ 22.782,305) para o plano de saúde.
Posteriormente, Kuhns utilizou a mesma plataforma para esclarecer que a situação entre o casal já havia sido resolvida. “Assim que enviei a fatura, ele se desculpou e conversamos sobre o assunto”, explicou. Em outra atualização, ela defendeu o companheiro: “Para ser justa, meu marido se desculpou antes mesmo de eu enviar isso para ele, e agora podemos rir disso. Ele é realmente um dos bons. Qualquer um pode cometer um erro”. Ela completou garantindo aos seguidores: “Obviamente, eu estou certa, e agora podemos rir disso”.
Apesar do tom leve adotado por Camilla após a reconciliação, a publicação dividiu os usuários do Threads e gerou forte repercussão. Algumas mulheres apoiaram a iniciativa e acharam que o valor real deveria ser ainda maior. “13 horas de trabalho de parto e nascimento sem anestesia E uma laceração 3C? Amiga, tira o desconto, ele está se safando muito fácil”, brincou uma internauta. Outra questionou a estrutura da cobrança: “Por que seu marido está recebendo desconto na limpeza da casa se você não cobra por esse serviço?”.
Por outro lado, houve quem criticasse a postura da dona de casa e o próprio desgaste do relacionamento. “Essas são chamadas de ‘atividades da vida diária’ e fazem parte da vida normal. Se você está cobrando por isso, ele também pode cobrar pelas horas que tem que te ouvir reclamar e choramingar?”, ironizou um usuário. Outro perfil demonstrou ceticismo quanto ao futuro do casal, declarando: “Se você chegar a esse ponto no seu casamento, acabou, sinto muito”.
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