'Me entrego à justiça divina e à Justiça da terra', diz João de Deus
O médium passou mal e chegou a pedir um remédio sublingual
Minutos antes de se entregar à polícia, na tarde deste domingo (16), João de Deus, 76 anos, suspeito de assediar sexualmente centenas de mulheres, passou mal. O médium foi questionado pela colunista da Folha de S. Paulo Mônica Bergamo por que não se entregou antes, já que a Justiça havia decretado a prisão na sexta-feira (14). Os crimes teriam sido cometidos durante os atendimentos espirituais que realizava na cidade de Abadiânia (GO).
"Na hora em que eu fiquei sabendo, eu me entrego à Justiça divina e a Justiça da Terra, que eu prometi, e estou indo agora me entregar, porque eu fiquei sabendo pelo meu advogado que está aqui presente, o doutor Toron", disse João de Deus à jornalista.
No momento em que a repórter iria fazer outra pergunta, João de Deus, de mãos dadas com Alberto Toron, pede para ir embora e segue em direção ao carro. Segundo informações da Folha, o médium chegou a pedir aos defensores para tomar um remédio sublingual.
A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que João de Deus se apresentou espontaneamente ao delegado-geral e ao delegado titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic). De acordo com o G1, ele foi levado para a Deic e chegou por volta das 18h.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
