Laudo registra hemorragia pulmonar como causa da morte de fã que desmaiou em show de Taylor Swift
A polícia ainda não sabe se o quadro foi provocado por calor extremo ou outro motivo
Um laudo preliminar do exame de necrópsia no corpo da jovem Ana Clara Benevides, de 23 anos, registrou hemorragia pulmonar como a causa da morte. A fã da cantora Taylor Swift passou mal durante o show da artista, no Engenhão, na zona norte do Rio de Janeiro, na sexta-feira (17), e não resistiu após ter sofrido uma parada cardíaca.
A polícia ainda não sabe se o quadro foi provocado por calor extremo ou outro motivo e, por isso, solicitou um laudo complementar para esclarecer o caso. A 24ª DP (Piedade) está à frente das investigações e deve receber o resultado dos exames em até 30 dias.
"Um dos efeitos da insolação é a hemorragia pulmonar. Isso é um indicativo. O IML não pode afirmar no momento que a Ana Clara morreu de insolação", explicou a delegada Juliana Almeida.
A jovem recebeu o primeiro atendimento ainda no estádio. Equipes de brigadistas e paramédicos socorreram a jovem, segundo os organizadores do evento. Diante do quadro de saúde, ela foi levada para o Hospital Salgado Filho, no Méier, na mesma região.
Ana Clara chegou ao hospital com parada cardiorrespiratória, de acordo com informações da unidade de saúde. Os médicos tentaram manobras de reanimação, mas a paciente não resistiu.
O corpo da jovem foi levado para o município de Sonora, em Mato Grosso do Sul, onde deve ser sepultado na terça-feira (21).
Depoimento da amiga que acompanhava Ana Clara
A amiga que acompanhava a estudante universitária, no primeiro dia da apresentação de Taylor Swift, no Rio, contou que Ana Clara desmaiou de repente quando o show estava na segunda música.
Segundo a delegada, a menina declarou que a colega reclamou do calor excessivo, mas aparentava estar bem e feliz antes do show. As duas teriam se hidratado e alimentado na fila e dentro do estádio.
A amiga de Ana Clara também disse à polícia que ouviu os socorristas usarem a expressão "código azul" durante o atendimento. Ainda de acordo com a delegada, isso significa que a vítima estava em parada cardiorrespiratória.
A paciente teria sofrido algumas paradas cardíacas, inclusive na ambulância, antes de chegar ao hospital, segundo as investigações.
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