Dra. Eudócia representa o Senado Brasileiro em missão internacional sobre inovação em saúde e combate ao câncer
Missão oficial será no Reino Unido e na Rússia
A senadora Dra. Eudócia (PL–AL) irá representar o poder Legislativo brasileiro em missão oficial ao Reino Unido e à Rússia para tratar de cooperação internacional na área da saúde. A iniciativa tem como foco o intercâmbio de experiências sobre políticas públicas, inovação e o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao enfrentamento do câncer, segunda principal causa de morte no Brasil e a maior no Reino Unido.
A missão integra as ações do Senado Federal voltadas à diplomacia científica e à articulação de parcerias estratégicas com outros países.
No Reino Unido, a senadora cumprirá agenda em instituições de referência como as universidades de Oxford e Cambridge, reconhecidas pelos estudos sobre vacinas personalizadas contra o câncer. A parlamentar também visitará as farmacêuticas AstraZeneca e GSK, que mantêm cooperação com o governo britânico em pesquisas na área de biotecnologia e medicina de precisão.
Durante o trabalho, Dra. Eudócia conhecerá o funcionamento do NHS (Serviço Nacional de Saúde Britânico), que desenvolve um programa pioneiro para testar 10 mil vacinas contra o câncer em pacientes do sistema público até 2030. A senadora também se reunirá com representantes da MHRA, agência reguladora responsável pela análise e aprovação de novas tecnologias e terapias no Reino Unido, com o intuito de compreender o modelo britânico de regulação e incorporação de inovações em saúde.
Na Rússia, a agenda inclui visitas a centros de pesquisa e desenvolvimento de biotecnologia, com destaque para o Instituto Gamaleya, responsável pela criação de uma vacina oncológica que será aplicada em pacientes ainda neste mês. A senadora pretende acompanhar de perto os avanços dessa iniciativa e discutir possibilidades de cooperação científica e tecnológica entre Brasil e Rússia.
Segundo Dra. Eudócia, a troca de experiências com instituições estrangeiras tem potencial para gerar impactos diretos no fortalecimento das políticas públicas de saúde brasileiras. “O compartilhamento de conhecimento e a transferência de tecnologias são fundamentais para garantir que o Brasil avance na produção de vacinas, no acesso a terapias inovadoras e na melhoria do atendimento à população”, afirmou.
Entre os benefícios esperados estão o aprimoramento dos processos de regulação e incorporação tecnológica no SUS, a capacitação de profissionais da rede oncológica e o incentivo à produção nacional de medicamentos. A missão também deve contribuir para a formulação de políticas que integrem ciência, inovação e gestão pública na construção de um sistema de saúde mais moderno e eficiente.
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