Trabalhadores protestam contra proibição de passeios de jet skis em Maragogi
Mesmo diante da justificativa oficial, os trabalhadores destacam que a atividade movimenta outros segmentos da cidade, como vendedores ambulantes e mulheres que comercializam refeições para os pilotos
Trabalhadores que atuam no setor de passeios de motos aquáticas realizaram, nesta quarta-feira (14), um protesto em frente à sede da Prefeitura de Maragogi contra a fiscalização que proíbe a atividade na orla do município. A mobilização ocorreu após o início das ações para cumprimento do Decreto Municipal nº 057/2021, recomendado pelo Ministério Público.
Segundo os manifestantes, a proibição afeta diretamente o sustento de mais de 300 famílias que dependem da atividade, envolvendo pilotos, instrutores, equipes de filmagem e outros profissionais ligados ao serviço. Eles afirmam que o encerramento dos passeios representa a perda da principal fonte de renda de dezenas de trabalhadores locais.
Durante o protesto, o grupo defendeu que o setor não é responsável por todos os problemas apontados e que a atividade poderia ser mantida com regras mais rígidas, fiscalização adequada e áreas específicas para operação dos jet skis. Para os trabalhadores, a interrupção total é considerada uma medida extrema e prejudicial à economia local.
A prefeitura informou que a fiscalização atende a uma recomendação do Ministério Público, baseada em decreto que proíbe o uso comercial de motos aquáticas em toda a orla de Maragogi, além de vedar o acesso de jet skis particulares a áreas de mergulho e de preservação ambiental. O descumprimento da norma pode resultar na apreensão imediata dos veículos e multa diária de R$ 5 mil para a liberação.
Mesmo diante da justificativa oficial, os trabalhadores destacam que a atividade movimenta outros segmentos da cidade, como vendedores ambulantes e mulheres que comercializam refeições para os pilotos, e reforçam que são favoráveis a melhorias e regulamentação, mas contrários à extinção do serviço.
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