Senado deve votar PEC do fim da escala 6x1 antes do recesso de julho
Presidente Davi Alcolumbre (União-AP) se reúne nesta semana com líderes para discutir a tramitação da PEC
Após ser aprovada pela Câmara, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que põe fim à escala 6x1, reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e cria duas folgas por semana agora aguarda análise do Senado. A expectativa é que o texto seja votado pelos senadores antes do recesso parlamentar de julho.
O texto aguarda encaminhamento do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para iniciar a tramitação. Nesta semana, Alcolumbre vai reunir os líderes partidários para discutir o andamento da PEC, mas segundo fontes próximas ao senador, ele deve seguir o calendário regimental.
Geralmente, análises de alterações na Constituição costumam ser lentas, mas como o tema é popular e deve ser usado como bandeira eleitoral, a expectativa é que haja acordos para acelerar a discussão.
O primeiro passo será a análise na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), está otimista e acredita que em cerca de três semanas o texto possa ser aprovado pela comissão, que ainda deve realizar uma audiência pública para ouvir trabalhadores e empregadores.
Após uma conversa com Alcolumbre, Otto chegou a falar um calendário especial para a PEC.
“Eu creio que, chegando na Comissão de Constituição e Justiça, no máximo em três, quatro semanas, nós vamos aprovar, inclusive aprovando também um calendário de tramitação especial para que ela possa ser encaminhada ao plenário do Senado Federal e seja votada”, destacou Otto.
Após a aprovação por ampla maioria na Câmara dos Deputados, no plenário do Senado a PEC será votada novamente em dois turnos. Para ser aprovada, precisa de 49 votos (3/5 dos senadores) em cada uma das votações. Caso não passe por mudanças, segue para promulgação. Se houver modificação substancial, o texto retorna à Câmara.
Essa é uma das estratégias avaliadas pela oposição, que pretende atrasar a tramitação da proposta elaborada pela Câmara e selada pelo governo.
A outra é emplacar uma PEC alternativa, que prevê a opção de escolha pelo regime tradicional da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) ou por um “modelo flexível”, baseado em horas trabalhadas negociadas diretamente com os empregadores. A proposta já foi encaminhada por Alcolumbre à CCJ.
Últimas notícias
Renan lança compromisso, mira Master e pede saída do BRB da folha dos servidores de Maceió
Prefeitura de Arapiraca convoca voluntários para São João 2026
Prefeito Luciano Barbosa assina, nesta terça (2), ordem de serviço para início das ampliação do CREAS e CRAS Itapoã
Rafael Brito cria Semana Nacional pelo Direito à Água Potável e Saneamento nas Escolas
Idoso passa mal e morre dentro do Mercado Público de Água Branca
Alcione se pronuncia sobre “fiasco” ao cantar o Hino Nacional com Belo
Vídeos e noticias mais lidas
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Prefeitura anuncia inauguração da avenida Senador Benedito de Lira com Raí Saia Rodada
Após demissão de Moro, Bolsonaro fará declaração às 17h
Mototaxista é assassinado a tiros em São Luís do Quitunde
