Projeto distribui marmitas gratuitamente para moradores de rua e presos em Palmeira dos Índios
75 marmitas são entregues semanalmente
Um projeto em Palmeira dos Índios tem a missão de entregar marmitas gratuitamente para moradores de rua, para os presos no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) e também para os acompanhantes dos pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Atualmente são entregues 75 marmitas todos os domingos na hora do almoço.
O projeto existe há mais de seis anos e foi uma iniciativa do Rogério Correia, ele é Pastor da Igreja Presbiteriana Renovada. Atualmente 10 pessoas estão envolvidas diretamente no projeto. São 6 pessoas para preparar os alimentos e 4 pessoas que realizam a entrega.
Segundo o pastor, a motivação para iniciar e manter o projeto é ajudar o próximo. "Há um versículo na bíblia, no Livro de Lucas, capítulo 19:10, que diz que o filho do homem veio para salvar os que se haviam perdido. Essa é uma das motivações. Ele não veio para os sãos, veio para os doentes. Então essa é uma motivação, ajudar aqueles para quem Jesus deu a própria vida," disse o Pastor.
O projeto se mantém com doações e para quem quiser ajudar doando alimentos, embalagens para as marmitas ou dinheiro pode entrar em contato através do número do Pastor Rogério, (82) 99909-5724.


Últimas notícias
PF é comunicada para prender Oruam se ele tentar sair do país
Em reunião com líderes, Motta reclama de críticas de ministros de Lula
Operação Lei Seca prende 16 condutores alcoolizados no final de semana de prévias
CNJ recebe nova denúncia de assédio contra Buzzi, ministro do STJ
Prefeitura de Arapiraca lança feira que coloca o município no calendário agro nacional
Nome de Luciana Gimenez aparece em documentos do caso Epstein
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
