Alagoas investe R$ 52 milhões em escolas para elevar média de estudo de povos indígenas
Com 13 novas unidades e ginásios poliesportivos, Governo do Estado atende mais de 5 mil alunos
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) está executando um investimento de R$ 52,7 milhões para transformar os indicadores educacionais das comunidades indígenas.
Com a construção de 13 escolas modernas e ginásios poliesportivos, o Estado projeta atender até 5.200 estudantes, focando diretamente na melhoria da escolaridade média dos povos originários, que hoje é de 7,6 anos de estudo.
Educação Indígena
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Com as sete unidades entregues pelo programa Escola do Coração, em municípios como São Sebastião, Pariconha e Inhapi, e a construção de outras seis em Palmeira dos Índios com entrega prevista para os próximos meses, o Estado garante que o estudante tenha uma estrutura de ponta dentro da própria aldeia.
Segundo a secretária de Estado da Educação, Roseane Vasconcelos, esse é um investimento direto nas comunidades indígenas feito na gestão do governador Paulo Dantas.
"A estratégia evita o deslocamento para áreas urbanas e oferece suporte para que o jovem complete todo o ciclo básico com dignidade", explica a gestora.
Estrutura completa
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O modelo das novas escolas foi planejado para ser um centro de referência comunitária, respeitando as especificidades de cada etnia. Com blocos integrados, as unidades oferecem bibliotecas, salas de informática e cozinhas industriais, além de quadras poliesportivas cobertas com vestiários e acessibilidade total.
A estrutura é fundamental para uma população majoritariamente jovem, com idade mediana de 29 anos, que demanda espaços de esporte, lazer e tecnologia. O investimento total de R$ 52.704.782,68 é um marco para os mais de 25 mil indígenas alagoanos, vivam eles em terras demarcadas ou em áreas urbanas.
Além do salto pedagógico, a economia local também sente os reflexos positivos. A fase de construção das 13 unidades gerou cerca de 520 empregos diretos e indiretos nas regiões beneficiadas.
Com as escolas em operação, a rede deve manter cerca de 325 profissionais em atividade, entre docentes e equipes administrativas. Isso melhora o desenvolvimento socioeconômico das aldeias e promove a fixação do jovem em sua comunidade, valorizando as línguas, os costumes e as tradições de povos como os Kariri-Xocó, Wassu Cocal e Xukuru-Kariri.
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