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Casal só dá prejuízo por má gestão, afirma governador

24/02/2017 15h03
Casal só dá prejuízo por má gestão, afirma governador

Durante inauguração do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Girau do Ponciano, nesta sexta-feira (24), o governador Renan Filho negou a informação sobre a possível privatização da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal).

“Nós não vamos vender a Casal. Nós iremos melhorar o serviço da empresa. Em 2017, Arapiraca vai receber R$ 20 milhões de investimentos da Casal. É um valor muito representativo. E o que está acontecendo? Essa seca muito forte reduziu a oferta de água, mas nós estamos empenhados para ampliar a oferta de água não só para Arapiraca, mas para todo o Estado”, declarou o Renan Filho.

O chefe do executivo afirmou ainda que irão ser feitos investimentos na Casal em 2017 e o governo vai viabilizar a empresa. “Quando eu assumi o governo do Estado, a empresa tinha R$ 54 milhões de prejuízo, em 2014. No meu primeiro ano de governo, baixamos o déficit para R$ 26 milhões. Esse ano, nós vamos fazer R$ 100 milhões de investimentos”, disse.

Segundo o governador, o problema é que se a empresa der prejuízo, sempre vai aparecer uma pessoa e vai dizer para vender isso. Ela só dá prejuízo por má gestão, por péssima administração e que sempre foi a marca histórica de Alagoas”, revelou.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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