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Isnaldo Bulhões é indicado relator especial de três projetos do Executivo

24/03/2017 10h10
Isnaldo Bulhões é indicado relator especial de três projetos do Executivo

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luiz Dantas, indicou o deputado Isnaldo Bulhões (PMDB) como relator especial de três projetos oriundos do Poder Executivo que estão na Casa desde o ano passado. O pedido para que estes projetos fossem analisados via relatoria especial foi do próprio Bulhões pois as comissões técnicas ainda não estão formadas.

O primeiro projeto é o que institui na Secretaria Estadual de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) a Escola de Administração Penitenciária que abrangerá os seguintes eixos: Administração Penitenciária, Saúde e Qualidade de Vida, Segurança e Disciplina e Relações Humanas e Reinserção Social.

O segundo projeto acrescenta o parágrafo 4° ao artigo 7° da lei estadual n° 5.346, de 26 de maio de 1992, que dispõe sobre o estatuto dos policiais militares do Estado de Alagoas. Pela proposta, para ingressar na Polícia Militar, o candidato terá que ter a idade mínima exigida, na data da matrícula do curso de formação para o cargo que se inscreveu, e a idade máxima, na data de inscrição do concurso.

O terceiro projeto institui o regime de previdência complementar, no âmbito do Estado de Alagoas, e fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões de que tratam os artigos 40, parágrafos 14, 15 e 16, e 202 da Constituição Federal.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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