Politicando
Ex-prefeito de Maceió morre aos 84 anos
A política alagoana está de luto. Faleceu ,na manhã desta sexta-feira (24), o ex-senador Djalma Marinho Muniz Falcão, pai do advogado Fernando Falcão. Ele era formado em Direito, pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O ex-prefeito de Maceió estava internado há uma semana devido à complicações respiratórias.
Natural de Araripina (PE), Djalma Falcão também foi prefeito de Maceió, em 1986. Foi eleito deputado federal pela primeira vez em 1967 e 1971.
Djalma Falcão se filiou ao PMDB e ocupou cargos políticos importantes,voltando a ser deputado federal, entre 1983 e 1985, quando foi eleito prefeito de Maceió no período de 1986 a 1989.
Anos depois, Djalma Falcão voltou a Brasília, dessa vez como suplente do senador Renan Calheiros. Mesmo quando não teve mandato, o político era forte nos bastidores em Alagoas.
O governador, Renan Filho (PMDB), durante a inauguração de mais de 6 Km da obra do Programa Pró-Estrada em Coité do Nóia, município localizado na Região Metropolitana do Agreste de Alagoas, aproveitou para comentar sobre o falecimento de Djalma Falcão.
"Djalma Falcão foi uma referência na política durante muito tempo em Alagoas. Sobretudo no enfrentamento da Ditadura Militar, no período da redemocratização e ele teve uma posição muito firme o que o levou a ser prefeito eleito de Maceió, em 1986. Ele sem dúvida e queria mandar os meus sinceros pêsames à família do Djalma Falcão. Alagoas perde uma de suas referências na política", revelou.
O sepultamento do ex-prefeito de Maceió, Djalma Falcão, será 17h, no Parque das Flores. O velório acontece na capela 3.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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