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Brigas internas revelam teor político por trás da greve da Educação em Arapiraca

Testemunhas relataram que os professores quase saíram no tapa nesta sexta-feira (09)

09/06/2017 12h12
Brigas internas revelam teor político por trás da greve da Educação em Arapiraca

Que a disputa entre os sindicalistas tem ameaçado a Educação em Arapiraca não é novidade. No dia 5 de maio o Politicando já havia divulgado que André Luis – presidente do Sinteal em Arapiraca - e Arnaldo Rocha não se bicam.

Nesta sexta-feira (09), dia em que a greve da categoria completa um mês, brigas internas voltaram a acontecer no Centro Administrativo. O que demonstra que pode haver uma mão por trás de toda essa movimentação. Sendo assim, é uma luta que acaba se tornando ilegítima diante de tantos diálogos - sem resultados - com o prefeito Rogério Teófilo. 

Áudios que chegaram a redação do 7 Segundos revelam que algumas lideranças discutiram entre elas sobre a continuação ou não da greve. Nos áudios uma pessoa chega a pedir que alguém separe a confusão, visto que os professores “estão quase caindo no tapa”.

Uma professora, ao falar no microfone, diz que a greve vai acabar e infelizmente vai ter que voltar a trabalhar. Detalhe que antes deste fato, uma outra professora questionou: “Se o Arnaldo falou porque eu não posso falar? Você não quer deixar?”. 

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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