Marcelo abre o coração após o BBB 26: 'Quase todos os dias eu acordava e sentia pânico'
Médico revela planos na arte e na medicina, comenta crises de ansiedade no confinamento, diz que exposição foi "uma forma de libertação" e monta o pódio que quer ver na final do programa
Marcelo foi o quinto eliminado do BBB 26 em uma disputa contra Solange Couto e Samira, deixando a casa mais vigiada do Brasil com 68,56% dos votos na última terça-feira (17). Em entrevista exclusiva à Quem nos bastidores da Rádio Globo, nesta quinta-feira (19), o médico fez um balanço sincero da sua trajetória no programa e adiantou seus próximos passos.
Dividido entre a medicina e as novas possibilidades que surgem com a visibilidade do reality show, ele admite que está aberto ao que vier pela frente. "Vamos ver como vai ser. Gosto muito da área artística: de apresentar, de falar, de fazer VT, de atuar… (risos). Tem também a parte da culinária, que amo, gosto de cozinhar, de inventar. Quem sabe aparece alguma coisa nessa área?", torce.
Apesar do interesse pelo universo artístico e publicitário, ele destaca que a sua formação é prioridade. "Tem uma coisa que ninguém pode tirar de mim: meu estudo. Amo minha profissão, amo o que faço", conta, revelando um sonho antigo: "Sonho em ir para a África e usar meu trabalho como médico para ajudar pessoas lá. Mas isso depende muito da estabilidade que eu puder dar à minha família, porque são meses fora, às vezes até mais, e sou o sustento da minha casa".
Natural de Currais Novos, no Seridó do Rio Grande do Norte, o ex-BBB diz que sua relação com os pais e a irmã é um dos pilares de sua vida. "Desde os 19 anos tenho essa grande responsabilidade [de prover a família]. É muita responsabilidade, mas sou feliz assim, ajudando minha família e sendo quem eu sou", avalia.
Ao deixar o programa, Marcelo conta que sentiu um misto de emoções dos familiares. "Eles ficaram felizes, mas ao mesmo tempo tristes, porque enxergavam que eu tinha potencial para chegar à final. Mas ficaram felizes porque eu realizei um sonho", diz.
Crises de ansiedade e pânico
Assumir suas vulnerabilidades diante das câmeras foi desafiador, mas também transformador. "Com certeza foi uma forma de libertação. De ser eu, de fato. De mostrar para o Brasil inteiro quem eu sou", analisa, admitindo que é um conforto imaginar que pode ter inspirado outras pessoas. "Se eu consegui passar essa mensagem, já valeu".
Questionado sobre o jogo, Marcelinho reconhece que poderia ter se posicionado mais claramente. "Faltou realmente falar com o público e deixar bem claro que eu estava de um lado", analisa. Mesmo assim, ele guarda a experiência de participar do programa com carinho. "É totalmente diferente assistir de fora e estar lá dentro. Você sente coisas que nunca sentiu antes e não sabe como administrar", diz.
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