Amador
Crianças preferem procurar respostas na internet em vez de perguntar aos pais
O resultado é de um estudo britânico realizado pelo Birmingham Science City
11/03/2012 09h09
Pesquisa mostra que as crianças de hoje preferem procurar na internet respostas que antes elas perguntavam aos pais. Se antes a pergunta pergunta era, Papai, de onde vêm os bebês, agora o mais provável é que a criança pergunte, Google, de onde vêm os bebês?.
Enquanto o pai provavelmente responderia algo que envolvesse uma cegonha ou um pé de alface, o gigante de buscas não perde tempo e explica tudo nos mínimos detalhes.
Para comprovar que os tempo mudaram, ele reuniu 500 crianças entre 6 e 15 anos de idade. Mais da metade delas prefere procurar no Google quando aparece um dúvida. E apenas uma em cada quatro prefere perguntar antes aos pais. Se estes perderam espaço, o que dizer dos professores?
Dos entrevistados, apenas três por cento escolhem os mestres como primeira opção na hora de tirar dúvidas. As buscas nas enciclopédias também caíram, já que uma em cada quatro crianças sequer sabe o que seja uma enciclopédia. Quase metade delas nunca usou uma em papel e uma em cada cinco nunca viu um dicionário impresso;
Os responsáveis pela pesquisa, porém, acham que esses resultados não são necessariamente ruins. Mostram apenas como as crianças estão envolvidas com a tecnologia e se sentem à vontade em usa-las. E bota a vontade nisso, já que a pesquisa também mostrou que quase metade dos entrevistados usa os serviços do Google pelo menos cinco vezes ao dia. Haja informação.
Enquanto o pai provavelmente responderia algo que envolvesse uma cegonha ou um pé de alface, o gigante de buscas não perde tempo e explica tudo nos mínimos detalhes.
Para comprovar que os tempo mudaram, ele reuniu 500 crianças entre 6 e 15 anos de idade. Mais da metade delas prefere procurar no Google quando aparece um dúvida. E apenas uma em cada quatro prefere perguntar antes aos pais. Se estes perderam espaço, o que dizer dos professores?
Dos entrevistados, apenas três por cento escolhem os mestres como primeira opção na hora de tirar dúvidas. As buscas nas enciclopédias também caíram, já que uma em cada quatro crianças sequer sabe o que seja uma enciclopédia. Quase metade delas nunca usou uma em papel e uma em cada cinco nunca viu um dicionário impresso;
Os responsáveis pela pesquisa, porém, acham que esses resultados não são necessariamente ruins. Mostram apenas como as crianças estão envolvidas com a tecnologia e se sentem à vontade em usa-las. E bota a vontade nisso, já que a pesquisa também mostrou que quase metade dos entrevistados usa os serviços do Google pelo menos cinco vezes ao dia. Haja informação.
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