Coronel Marinho assume direção de arbitragem da CBF
Nesta terça, a CBF anunciou mudanças na composição da Comissão de Arbitragem da entidade. Sai o então presidente Sérgio Corrêa e assume o Coronel Marinho, comandante da arbitragem no futebol paulista até este ano, e que trabalhou com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, quando este presidia a Federação Paulista de Futebol.
O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, afirmou que a decisão partiu de um pedido feito pelo próprio Sérgio Corrêa, que apontou para um acúmulo de funções na entidade. Agora, ele passa a se dedicar ao programa de árbitro de vídeo.
- O Sérgio Corrêa pediu nesta tarde para reduzir o seu encargo da Comissão Nacional de Arbitragem mais o comando do programa de árbitro de vídeo, todas suas tarefas, inclusive as relacionadas à Escola de Arbitragem. O presidente Marco Polo Del Nero atendeu ao seu apelo e imediatamente indicou o Marcos Cabral Marinho de Moura (Coronel Marinho), que vai a partir de hoje começar a organizar o seu programa para o comando da Comissão Nacional de Arbitragem do futebol brasileiro.
Feldman ainda confirmou Alício Pena Júnior como vice-presidente da comissão, que terá ainda as participações do ex-árbitro Cláudio Cerdeira e da ex-assistente Ana Paula Oliveira.
- Serão os quatro que comandarão a partir de agora a Comissão Nacional (de Arbitragem) - disse Feldman.
O dirigente ainda garantiu que a saída de Sérgio Corrêa em nada deve-se à pressão de clubes, como Atlético-MG e Fluminense, que já pediram a saída do então comandante da arbitragem nacional.
- Sérgio Corrêa é de absoluta confiança do ponto de vista do comando da arbitragem nacional. Nós acreditamos na sua qualificação técnica, na sua seriedade, na sua correção, mas há um desgaste natural pelo tempo. Ele é o mais longevo, o mais antigo coordenador dessa área no futebol brasileiro. Portanto, nós reconhecemos seu cansaço, essa sobrecarga, mas ele não sai por nenhum outro motivo a não ser a divisão nossa de tarefas na CBF.
Corrêa agora se dedicará única e exclusivamente ao projeto do árbitro de vídeo, afirmou Feldman.
- Dada a importância desse programa e o papel que ele teve no desenvolvimento dessa ideia, na possível implementação e na articulação internacional, consideramos que seria uma sobrecarga muito grande. Então, ele vai se dedicar exclusivamente a esse programa a partir de agora.
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