ASA desenvolve processo de redução de lesões, afirma Rodrigo Albuquerque
No próximo domingo, dia 12, o ASA vai enfrentar o Sete de Setembro, em partida válida pela 9ª rodada do campeonato alagoano. A equipe alvinegra está completando 90 dias de atividades, sem que haja registro de lesão muscular grave. O preparador físico, Rodrigo Albuquerque, fez questão de enaltecer o trabalho de toda a comissão técnica do clube. “Toda a comissão escuta nossas colocações sobre as capacidades físicas adequadas em cada período de treinamento”, destacou.
Falou ainda importância do Departamento Médico e o profissionalismo dos atletas, “se o grupo não for comprometido e profissional não adianta o preparador planejar, elaborar trabalhos”, sentenciou. Outro fator determinante, segundo ele, é a estrutura que o ASA vem oferecendo nos aspectos de “alimentação, suplementação, descanso e qualidade de treinamentos”, comentou.
Uma questão levantada por Rodrigo Albuquerque, é o fato de se restringir muito ao preparador físico quando o time se lesiona muito ou, como é o caso do ASA, quando não existem as lesões. “São muitos fatores, eu tenho que eticamente e, humildemente, dividir com os demais membros (da comissão técnica), esse fator positivo de não termos nenhuma lesão séria”, ressaltou.
De acordo com Rodrigo Albuquerque já ocorreram algumas fadigas e lesões de grau um, porém, nenhuma delas foi grave e, na maioria dos jogos, o técnico Maurílio Silva teve a sua disposição o maior número de opções possíveis.
O caso que chamou mais atenção recentemente foi do volante Nata, que teve uma fadiga no púbis. “Quando o grupo se apresentou, passamos para vocês da imprensa o quadro real do ASA. Nas avaliações iniciais detectamos um grupo com um nível físico muito abaixo do ideal para um começo de pré-temporada, e a probabilidade de lesão elevada. Então fizemos tivemos dez dias de nível preventivo, reforço e equilíbrio muscular, antes de iniciarmos a pré-temporada propriamente dita”.
De acordo com Rodrigo Albuquerque, o volante Nata apresentou esse desequilíbrio no começo, “nós trabalhamos junto com o Departamento Médico, mas chega um momento que, pela sequência de jogos, a musculatura desequilibrada vai dar um sinal. É um problema de fadiga no púbis, que temos de ter o maior cuidado”, explicou.
O preparador físico do alvinegro, entretanto, faz um alerta: “Isso não quer dizer que não iremos machucar. A gente sabe que iremos machucar, pelo próprio calendário. Então, não existe prevenção de lesão, existe o que a gente faz aqui no ASA, é um processo de redução de lesão. Para que a gente possa minimizar esses problemas e ter o maior número de atletas disponíveis para o elenco”, concluiu.
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