Ex-volante do ASA, Coutinho sofre infarto e morre aos 36 anos
Jogador revelado no Vasco encerrou a carreira no Alvinegro em 2018
O futebol brasileiro está de luto. O ex-jogador Coutinho, que se destacou em sua passagem pelo Vasco na década passada e encerrou a carreira no ASA em 2018, sofreu um infarto neste domingo e faleceu com apenas 36 anos.
Rafael Coutinho estava em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Depois de almoçar com a esposa, ele se sentiu mal e foi levado a um hospital da região, mas acabou não resistindo e faleceu.
Desde que pendurou as chuteiras, Coutinho trabalhava com o empresário Eduardo Uram. Em rápida declaração ao 'Ge', o amigo lamentou o falecimento e confessou estar 'arrasado'.
- Estou arrasado. Perdemos um companheiro, um amigo, ele estava comigo a vida inteira como jogador e assistente. Um ser humano maravilhoso, correto e leal. Extremamente dedicado, honesto, bom marido, bom pai de família. Se alguém vai direto para o céu é ele, sem escala. Uma perda irreparável. - afirmou.
Revelado nas categorias de base do Vasco, o volante estreou como profissional em 2003 e permaneceu no clube até 2006. Ele ainda somou passagens por Botafogo, Fortaleza, Figueirense e Portuguesa. Seu último clube foi o ASA, em 2018.
Últimas notícias
Em decisão institucional, Toffoli deixa caso Banco Master e ministros negam suspeição
Alertas de desmatamento caem 35% na Amazônia e 6% no Cerrado
Trump descarta punir funcionário por vídeo de casal Obama como macacos
Cratera gigante “engole” parte de avenida em Xangai, na China
Ministério Público e Defensoria denunciam irregularidades e pedem nova decisão judicial sobre abrigo em Maceió
Cabo Bebeto critica gestão do Brasil após país repetir segunda pior nota em índice de corrupção
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
