Real Madrid multa Valverde e Tchouaméni em R$ 2,9 mi cada após briga
Clube vive clima conturbado antes de embate com Barça no domingo
O Real Madrid multou Federico Valverde e Aurélien Tchouaméni em 500 mil euros (R$ 2,9 milhões) cada um na sexta-feira (8), após uma briga no treinamento que deixou o meio-campista uruguaio com um ferimento na cabeça.
As sanções aprofundaram a sensação de crise em um clube que enfrenta uma segunda temporada consecutiva sem troféus, antes de um confronto contra o rival Barcelona no domingo (10).
O incidente, que, segundo fontes do clube, ocorreu no centro de treinamento do Real em Valdebebas na quinta-feira (7), terminou com o capitão Valverde sendo levado ao hospital com um corte na cabeça, antes de receber alta mais tarde.
O clube disse que os dois jogadores compareceram perante o investigador designado para o caso e aceitaram a responsabilidade.
"Durante sua apresentação, os jogadores expressaram total remorso pelo que aconteceu e pediram desculpas um ao outro. Além disso, eles pediram desculpas ao clube, aos seus
companheiros de equipe, à comissão técnica e aos torcedores, e ambos se colocaram à disposição do Real Madrid para aceitar qualquer sanção que o clube considere apropriada",
afirmou o Real em um comunicado.
"Nessas circunstâncias, o Real Madrid decidiu impor uma penalidade financeira de quinhentos mil euros a cada jogador, concluindo assim os procedimentos internos correspondentes."
O Real disse na quinta-feira (7) que Valverde havia sido diagnosticado com traumatismo craniano e que ficaria em repouso por 10 a 14 dias.
O clube confirmou que Valverde está "em casa e em boas condições" após o incidente, que se desenrolou um dia depois de uma briga anterior entre os dois.
Valverde publicou uma nota nas redes sociais na quinta-feira (7) pedindo desculpas ao clube e aos torcedores, mas negou que as coisas tenham saído do controle com um colega de equipe e disse que durante "uma discussão" ele havia "derrubado uma mesa acidentalmente".
A gravidade do episódio motivou uma reunião de emergência com a presença de dirigentes do clube, sem que nenhum jogador deixasse o campo de treinamento por mais de uma hora, enquanto o Real tenta conter uma escalada de tensões que deixou os nervos à flor da pele e o time dividido.
A agitação ocorreu depois de outro incidente envolvendo o defensor Álvaro Carreras no início da semana, aumentando a pressão sobre a equipe.
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