Alagoas
Covisa municipal apreende produtos de limpeza clandestinos no Jacintinho
15/08/2011 17h05
Em mais uma ação de fiscalização, a Coordenação de Vigilância Sanitária (Covisa) de Maceió apreendeu, no bairro do Jacintinho, mais de 300 vasilhames de tamanhos variados, contendo um total de 604 litros de produtos de limpeza (desinfetantes) de uso doméstico. Os produtos são de origem desconhecida e estavam sendo vendidos em vários estabelecimentos comerciais daquela região.
Na ocasião, o coordenador geral da Covisa, Ricardo Walker, ressaltou que os consumidores devem ter consciência de que produtos sem rótulos e sem quaisquer informações técnicas, não são indicados para o consumo, pois representam riscos de danos à saúde.
“A comunidade precisa ficar atenta em não utilizar produtos sem procedência e sem princípio ativo, o que incide em grande risco para a saúde de si e dos outros. Esses desinfetantes, produzidos sem nenhum controle de qualidade, podem provocar queimaduras nas pessoas e até causar envenenamento, devido ao colorido das embalagens, que atraem a atenção das crianças”, informou o coordenador.
Apesar do esperado descontentamento inerente à ação, os comerciantes, em sua maioria, reconheceram a prática da ilegalidade e cooperaram. Toda a mercadoria apreendida foi inutilizada. Os produtos de limpeza fabricados fora dos padrões sanitários podem causar sérios danos à saúde, como queimaduras, problemas respiratórios, irritações e graves intoxicações.
Walker enfatiza que a Vigilância Sanitária de Maceió está atenta a esse tipo de irregularidade e solicita a ajuda da população. “Peço que as pessoas não façam uso desses produtos, sem rótulos e registro da Anvisa, e quem suspeitar da venda ilegal dessas mercadorias deve denunciar à Coordenação de Vigilância Sanitária, na Praça Sinimbu, no Centro da cidade”, ressalta ele, destacando que, também pelo telefone 3315-5241, a Vigilância Sanitária está disponível para receber denúncias e fornecer esclarecimentos complementares.
Na ocasião, o coordenador geral da Covisa, Ricardo Walker, ressaltou que os consumidores devem ter consciência de que produtos sem rótulos e sem quaisquer informações técnicas, não são indicados para o consumo, pois representam riscos de danos à saúde.
“A comunidade precisa ficar atenta em não utilizar produtos sem procedência e sem princípio ativo, o que incide em grande risco para a saúde de si e dos outros. Esses desinfetantes, produzidos sem nenhum controle de qualidade, podem provocar queimaduras nas pessoas e até causar envenenamento, devido ao colorido das embalagens, que atraem a atenção das crianças”, informou o coordenador.
Apesar do esperado descontentamento inerente à ação, os comerciantes, em sua maioria, reconheceram a prática da ilegalidade e cooperaram. Toda a mercadoria apreendida foi inutilizada. Os produtos de limpeza fabricados fora dos padrões sanitários podem causar sérios danos à saúde, como queimaduras, problemas respiratórios, irritações e graves intoxicações.
Walker enfatiza que a Vigilância Sanitária de Maceió está atenta a esse tipo de irregularidade e solicita a ajuda da população. “Peço que as pessoas não façam uso desses produtos, sem rótulos e registro da Anvisa, e quem suspeitar da venda ilegal dessas mercadorias deve denunciar à Coordenação de Vigilância Sanitária, na Praça Sinimbu, no Centro da cidade”, ressalta ele, destacando que, também pelo telefone 3315-5241, a Vigilância Sanitária está disponível para receber denúncias e fornecer esclarecimentos complementares.
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