Brasil
Brasil será um dos maiores produtores de alimentos do mundo
O aumento é de 98% em relação à produção de 26,5 milhões de toneladas, em 2011<br />
05/03/2012 09h09
O país vai dividir com Estados Unidos, Austrália e Argentina o título de maior fornecedor de alimentos para o mundo, nos próximos anos. Isso vai se dever a adoção de novas tecnologias, gestão no campo e qualificação do agricultor. As projeções são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para os próximos 40 anos e mostram que a produção de grãos no país deve saltar dos atuais 159 milhões de toneladas para 299,5 milhões de toneladas.
Esse aumento representa acréscimo de 140,5 milhões de toneladas de arroz, feijão, trigo, milho e soja, ou 88% de incremento. A produção de carnes também deve apresentar forte aumento nos próximos anos. A previsão é que o país produza 52,6 milhões de toneladas em 2050. O aumento é de 98% em relação à produção de 26,5 milhões de toneladas, em 2011.
O preço da terra têm sido um dos fatores atrativos para o deslocamento da agricultura e pecuária para novas áreas, especialmente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Outro ponto é que como essas novas regiões de expansão da agropecuária apresentam maiores riscos de variações climáticas, especialmente secas, a tecnologia é um fator essencial para reduzir esses impactos.
A análise dos dados agropecuários foram apresentados pelo coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, na 2ª Conferência do Desenvolvimento, organizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília.
Esse aumento representa acréscimo de 140,5 milhões de toneladas de arroz, feijão, trigo, milho e soja, ou 88% de incremento. A produção de carnes também deve apresentar forte aumento nos próximos anos. A previsão é que o país produza 52,6 milhões de toneladas em 2050. O aumento é de 98% em relação à produção de 26,5 milhões de toneladas, em 2011.
O preço da terra têm sido um dos fatores atrativos para o deslocamento da agricultura e pecuária para novas áreas, especialmente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Outro ponto é que como essas novas regiões de expansão da agropecuária apresentam maiores riscos de variações climáticas, especialmente secas, a tecnologia é um fator essencial para reduzir esses impactos.
A análise dos dados agropecuários foram apresentados pelo coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, na 2ª Conferência do Desenvolvimento, organizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília.
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