Polícia
Ministério da Saúde realiza Encontro de doença Falciforme em AL
08/05/2012 10h10
O Ministério da Saúde (MS) realiza nesta terça-feira (8) o Encontro Nordeste de Doença Falciforme. Destinado aos profissionais que atuam nos serviços públicos de hematologia, o evento tem o apoio do Hemocentro de Alagoas (Hemoal) e Hemocentro Regional de Arapiraca (Hemoar) e irá acontecer das 8h às 17h, no Maceió Mar Hotel.
Durante o encontro, que irá contar com a coordenadora da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme, Joice Aragão de Jesus, serão avaliados os procedimentos de tratamento da doença. Na oportunidade, os profissionais também irão trocar experiências, além de propor ações de trabalho para melhorias da rede de atenção aos portadores da doença, que em Alagoas afeta cerca de 500 pessoas.
Segundo a diretora da Hemorrede Pública de Alagoas, Verônica Guedes, o encontro será importante porque os profissionais poderão estar em sintonia com os avanços tecnológicos que ajudam no tratamento da doença. “E na troca de experiências com profissionais de outros hemocentros, que poderemos adotar procedimentos que tornem o atendimento mais eficaz e humanizado”, ressaltou, ao lembrar que o Hemoal e Hemoar são referências para o tratamento da doença em Alagoas.
A doença Falciforme leva a uma deformação das hemácias, deixando-as em forma de foice e ocasionando a obstrução das veias e artérias. Em razão de causar obstrução das veias e artérias, a doença pode provocar lesões em vários órgãos, a exemplo dos pulmões, rins e do cérebro, desencadeando os Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). A patologia é mais comum em indivíduos da raça negra e, em países da África, os portadores assintomáticos são mais de 20% da população.
Já no Brasil, o índice atinge 8% dos negros. Mas, devido à intensa miscigenação ocorrida no País, a doença pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda, os chamados afrodescendentes. O diagnóstico é feito através do exame eletroforese de hemoglobina ou exame de DNA e, nos casais portadores do traço falciforme, há um risco de 25% para que os filhos venham a ser portadores da Anemia Falciforme.
Por esta razão, é indicado o aconselhamento genético antes do planejamento de filhos e a realização do teste do pezinho, realizado gratuitamente, antes do bebê receber alta da maternidade. Caso detecte que o bebê é portador da doença, que não tem cura, o trabalho é realizado nos Ambulatórios de Hematologia do Hemoal e Hemoar, localizados respectivamente em Maceió e Arapiraca.
Durante o encontro, que irá contar com a coordenadora da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme, Joice Aragão de Jesus, serão avaliados os procedimentos de tratamento da doença. Na oportunidade, os profissionais também irão trocar experiências, além de propor ações de trabalho para melhorias da rede de atenção aos portadores da doença, que em Alagoas afeta cerca de 500 pessoas.
Segundo a diretora da Hemorrede Pública de Alagoas, Verônica Guedes, o encontro será importante porque os profissionais poderão estar em sintonia com os avanços tecnológicos que ajudam no tratamento da doença. “E na troca de experiências com profissionais de outros hemocentros, que poderemos adotar procedimentos que tornem o atendimento mais eficaz e humanizado”, ressaltou, ao lembrar que o Hemoal e Hemoar são referências para o tratamento da doença em Alagoas.
A doença Falciforme leva a uma deformação das hemácias, deixando-as em forma de foice e ocasionando a obstrução das veias e artérias. Em razão de causar obstrução das veias e artérias, a doença pode provocar lesões em vários órgãos, a exemplo dos pulmões, rins e do cérebro, desencadeando os Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). A patologia é mais comum em indivíduos da raça negra e, em países da África, os portadores assintomáticos são mais de 20% da população.
Já no Brasil, o índice atinge 8% dos negros. Mas, devido à intensa miscigenação ocorrida no País, a doença pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda, os chamados afrodescendentes. O diagnóstico é feito através do exame eletroforese de hemoglobina ou exame de DNA e, nos casais portadores do traço falciforme, há um risco de 25% para que os filhos venham a ser portadores da Anemia Falciforme.
Por esta razão, é indicado o aconselhamento genético antes do planejamento de filhos e a realização do teste do pezinho, realizado gratuitamente, antes do bebê receber alta da maternidade. Caso detecte que o bebê é portador da doença, que não tem cura, o trabalho é realizado nos Ambulatórios de Hematologia do Hemoal e Hemoar, localizados respectivamente em Maceió e Arapiraca.
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