Brasil
Recuperação da mata na beira do Rio São Francisco
O São Francisco é considerado o Rio da Unidade Nacional<br />
17/05/2012 06h06
Muitas atividades praticadas por agricultores, empresas e prefeituras ameaçam a sobrevivência do rio, com o desmatamento das margens e a poluição das águas. Com 2.800 quilômetros de extensão, o São Francisco, considerado o Rio da Unidade Nacional, é o mais importante a banhar as terras do semiárido nordestino. Para reduzir os danos ao rio, os pesquisadores da Embrapa Semiárido, em Petrolina estão trabalhando na revegetação da mata ciliar do Rio São Francisco.
O técnico do Escritório de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia, em Petrolina, Rodrigo Flores Ferreira, explica que é muito importante se preservar as plantas que crescem às margens do rio. a evitando, assim, que o leito do rio seja tomado por terra carregada pelas chuvas.
Com um levantamento das áreas devastadas em municípios pernambucanos do submédio do Vale do São Francisco, a Embrapa incentiva o replantio das margens do rio com espécies nativas como ingazeiras, caraibeiras, jatobás e marizeiros. No Escritório de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia, em Petrolina, já foram produzidas cerca de 350 mil mudas de espécies nativas. Uma das áreas beneficiadas fica bem próxima ao centro da cidade.
O técnico Rodrigo Flores Ferreira, explica que nem todas as espécies podem ser usadas neste trabalho. “A espécie pra ser plantada às margens de rios têm que ter tolerância ao encharcamento, ao excesso de umidade. Por isso as espécies mais indicadas são as que já ocorrem, naturalmente, nessas áreas”, esclarece.
Para o produtor que deseja contribuir com a revegetação da mata ciliar do Rio São Francisco, a recomendação é que ele produza a muda das espécies indicadas. “Ele deve selecionar as espécies que tem interesse em plantar, coletar as sementes e produzir a muda na sua propriedade mesmo, em um lugar meio sombreado”, explica Ferreira. “Assim, ele economiza em tempo e em dinheiro porque vai cultivar as mudas em um espaço menor, onde consegue controlar melhor seu desenvolvimento”, complementa. Geralmente, ao atingirem 30 cm de altura, as mudas estão prontas para irem a campo.
O técnico do Escritório de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia, em Petrolina, Rodrigo Flores Ferreira, explica que é muito importante se preservar as plantas que crescem às margens do rio. a evitando, assim, que o leito do rio seja tomado por terra carregada pelas chuvas.
Com um levantamento das áreas devastadas em municípios pernambucanos do submédio do Vale do São Francisco, a Embrapa incentiva o replantio das margens do rio com espécies nativas como ingazeiras, caraibeiras, jatobás e marizeiros. No Escritório de Negócios da Embrapa Transferência de Tecnologia, em Petrolina, já foram produzidas cerca de 350 mil mudas de espécies nativas. Uma das áreas beneficiadas fica bem próxima ao centro da cidade.
O técnico Rodrigo Flores Ferreira, explica que nem todas as espécies podem ser usadas neste trabalho. “A espécie pra ser plantada às margens de rios têm que ter tolerância ao encharcamento, ao excesso de umidade. Por isso as espécies mais indicadas são as que já ocorrem, naturalmente, nessas áreas”, esclarece.
Para o produtor que deseja contribuir com a revegetação da mata ciliar do Rio São Francisco, a recomendação é que ele produza a muda das espécies indicadas. “Ele deve selecionar as espécies que tem interesse em plantar, coletar as sementes e produzir a muda na sua propriedade mesmo, em um lugar meio sombreado”, explica Ferreira. “Assim, ele economiza em tempo e em dinheiro porque vai cultivar as mudas em um espaço menor, onde consegue controlar melhor seu desenvolvimento”, complementa. Geralmente, ao atingirem 30 cm de altura, as mudas estão prontas para irem a campo.
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