Mundo
Fuzilamento de mineiros foi legítima defesa, diz polícia da África
17/08/2012 14h02
A morte de pelo menos 34 mineiros durante confronto com policiais levou hoje (17) a comissária nacional da Polícia da África do Sul, Riah Phiyega, a sair em defesa dos agentes. Segundo ela, os policiais agiram em legítima defesa. Pelo menos 78 trabalhadores ficaram feridos.
Há uma semana, os trabalhadores da Mina de Lonim, no Noroeste da África do Sul, estão em greve. Eles reivindicam aumento de 12% dos salários e melhoria nas condições de trabalho.
O ataque contra os mineiros nesta quinta-feira (16) foi o episódio mais violento no país desde o fim do regime de segregação racial, o apartheid extinto em 1994. As emissoras de televisão reproduzem imagens do tiroteio, dos mineiros armados com paus e ferros tentando reagir aos policiais armados de revólveres, fuzis e metralhadoras.
O presidente Jacob Zuma orientou, segundo informações não confirmadas, as autoridades da região de Marikana, onde ocorreu a tragédia, a tomar medidas drásticas para pôr fim à violência.
De acordo com a comissária da Polícia, os policiais foram obrigados a usar armas, depois de terem utilizado barreiras de arame farpado e balas de borracha, além de canhões de água.
Riah Phiyega disse que no total foram detidos 279 mineiros, antes e depois do tiroteio, por suspeitas de furto, agressão e até homicídio. Segundo ela, um dos presos estava com arma de fogo.
Há uma semana, os trabalhadores da Mina de Lonim, no Noroeste da África do Sul, estão em greve. Eles reivindicam aumento de 12% dos salários e melhoria nas condições de trabalho.
O ataque contra os mineiros nesta quinta-feira (16) foi o episódio mais violento no país desde o fim do regime de segregação racial, o apartheid extinto em 1994. As emissoras de televisão reproduzem imagens do tiroteio, dos mineiros armados com paus e ferros tentando reagir aos policiais armados de revólveres, fuzis e metralhadoras.
O presidente Jacob Zuma orientou, segundo informações não confirmadas, as autoridades da região de Marikana, onde ocorreu a tragédia, a tomar medidas drásticas para pôr fim à violência.
De acordo com a comissária da Polícia, os policiais foram obrigados a usar armas, depois de terem utilizado barreiras de arame farpado e balas de borracha, além de canhões de água.
Riah Phiyega disse que no total foram detidos 279 mineiros, antes e depois do tiroteio, por suspeitas de furto, agressão e até homicídio. Segundo ela, um dos presos estava com arma de fogo.
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