Polícia
Pacientes com varicela e leucemia necessitam de doações de plaquetas
26/09/2012 11h11
Em razão do grande consumo de plaquetas registrado nos últimos dias, o estoque do Hemocentro de Alagoas (Hemoal) encontra-se deficitário, principalmente das tipagens A e O positivas. Diante desta realidade, a direção do órgão apela para que voluntários compareçam à instituição, disponibilizando-se a realizar suas doações, que irão salvar a vida de pacientes com varicela hemorrágica, aplasia e leucemia.
Entre os pacientes que necessitam de doações, encontra-se o pequeno Carlos Daniel Cabral, 7 anos, internado no Hospital Escola Hélvio Auto (HEHA), para tratar-se de Varicela Hemorrágica. A doença, causada pelo vírus Varicela-zóster, é conhecida também como Catapora, com alto poder infeccioso e de transmissão, já que provoca sangramentos e acarreta a redução do número de plaquetas no sangue.
“Nosso estoque está realmente deficitário e a reposição só pode acontecer por meio das doações voluntárias. Por isso, é importante que as pessoas se conscientizem e possam se deslocar até o Hemoal, a fim de realizarem suas doações, já que todo o procedimento é seguro e não traz riscos à saúde do doador”, assegura a enfermeira do hemocentro alagoano, Karla Modesto.
Ela explica que as plaquetas são componentes do sangue, produzidas pela medula óssea e necessárias para a coagulação sanguínea. “Por isso, elas ajudam a evitar hemorragias, que afetam principalmente os pacientes que passam por quimioterapia e radioterapia, cujo organismo tem dificuldades em produzi-las”, ressalta.
Critérios para doação – Para realizar a doação de plaquetas, o voluntário deve ter entre 18 a 60 anos de idade, peso igual ou superior a 60kg e boas condições de saúde. Não pode ter contraído doença de Chagas, sífilis, hepatite e HIV, além de apresentar um documento de identificação com foto no momento do cadastro.
“O voluntário deve realizar os exames sorológicos anteriormente, ao contrário do que acontece na doação de sangue convencional. Caso se constate alguma alteração nos resultados sorológicos, ele será encaminhado para realizar o tratamento, ficando impossibilitado de realizar a doação”, esclarece Karla Modesto, ao ressaltar que “dúvidas podem ser esclarecidas, por meio do telefone (82) 3315 2109”.
Como doar - Para realizar a doação, os voluntários devem comparecer até o Hemoal, localizado na Rua Dr. Jorge de Lima, no bairro Trapiche, próximo ao Estádio Rei Pelé. O órgão funciona das 7h às 18h, de segunda a sexta-feira, além de atender aos sábados, no horário das 8h às 12h.
As doações de plaquetas podem ser realizadas pelo método convencional ou por aférese, onde são preservadas as hemácias e o plasma. Após a doação, o organismo realiza a reposição das plaquetas em até 48 horas, ainda segundo a enfermeira do Hemoal, Karla Modesto.
Entre os pacientes que necessitam de doações, encontra-se o pequeno Carlos Daniel Cabral, 7 anos, internado no Hospital Escola Hélvio Auto (HEHA), para tratar-se de Varicela Hemorrágica. A doença, causada pelo vírus Varicela-zóster, é conhecida também como Catapora, com alto poder infeccioso e de transmissão, já que provoca sangramentos e acarreta a redução do número de plaquetas no sangue.
“Nosso estoque está realmente deficitário e a reposição só pode acontecer por meio das doações voluntárias. Por isso, é importante que as pessoas se conscientizem e possam se deslocar até o Hemoal, a fim de realizarem suas doações, já que todo o procedimento é seguro e não traz riscos à saúde do doador”, assegura a enfermeira do hemocentro alagoano, Karla Modesto.
Ela explica que as plaquetas são componentes do sangue, produzidas pela medula óssea e necessárias para a coagulação sanguínea. “Por isso, elas ajudam a evitar hemorragias, que afetam principalmente os pacientes que passam por quimioterapia e radioterapia, cujo organismo tem dificuldades em produzi-las”, ressalta.
Critérios para doação – Para realizar a doação de plaquetas, o voluntário deve ter entre 18 a 60 anos de idade, peso igual ou superior a 60kg e boas condições de saúde. Não pode ter contraído doença de Chagas, sífilis, hepatite e HIV, além de apresentar um documento de identificação com foto no momento do cadastro.
“O voluntário deve realizar os exames sorológicos anteriormente, ao contrário do que acontece na doação de sangue convencional. Caso se constate alguma alteração nos resultados sorológicos, ele será encaminhado para realizar o tratamento, ficando impossibilitado de realizar a doação”, esclarece Karla Modesto, ao ressaltar que “dúvidas podem ser esclarecidas, por meio do telefone (82) 3315 2109”.
Como doar - Para realizar a doação, os voluntários devem comparecer até o Hemoal, localizado na Rua Dr. Jorge de Lima, no bairro Trapiche, próximo ao Estádio Rei Pelé. O órgão funciona das 7h às 18h, de segunda a sexta-feira, além de atender aos sábados, no horário das 8h às 12h.
As doações de plaquetas podem ser realizadas pelo método convencional ou por aférese, onde são preservadas as hemácias e o plasma. Após a doação, o organismo realiza a reposição das plaquetas em até 48 horas, ainda segundo a enfermeira do Hemoal, Karla Modesto.
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