Eduardo Tavares participa de debate com 300 lideranças
O procurador de Justiça Eduardo Tavares, pré-candidato do PSDB ao Governo do Estado, esteve reunido na noite dessa segunda-feira (16) com cerca de 300 lideranças do complexo habitacional Benedito Bentes, em Maceió, para debater propostas e sugestões de melhorias para a vida dos mais de 220 mil habitantes da região.
A II Oficina Comunitária de Lideranças de Maceió foi dividida nos temas Meio Ambiente, Saúde, Educação, Segurança Pública, Habitação, Mobilidade Urbana, Esporte Lazer e Cultura. Cada grupo de trabalho elaborou uma pergunta para ser respondida pelo pré-candidato. Também se apresentaram os grupos culturais que integram o Centro Cultural e Educacional do Benedito Bentes (CCEBB), como o grupo teatral LCD, o coco de roda Catolé e a Banda Fanfarra.
Dentro do tema Educação, Tavares, que também é educador há mais de 15 anos, defendeu a implantação da escola em tempo integral como forma de afastar os jovens das ruas e uma gestão primordialmente técnica da área, com investimentos feitos a partir do incremento das receitas do Estado com a atração de mais indústrias, a anistia dos juros da dívida com a União e a luta por um repasse maior do Fundo de Participação dos Estados (FPE) a Alagoas.
“Educação não pode se misturar com política. É preciso colocar um técnico à frente da pasta para implantar uma política preventiva para tirar os jovens das ruas. E temos que pedir a anistia dos juros dessa dívida maligna. Imaginem o efeito que R$ 50 milhões por mês teriam se fossem investidos em saúde, segurança e educação no nosso Estado”, disse o pré-candidato.
Eduardo Tavares chama atenção para a necessidade de mais investimento por parte do governo Federal em segurança pública. “Nós temos que dar o passo definitivo nessas políticas públicas primárias, mas temos que ter também polícia nas ruas. Hoje, 87% do que é gasto com segurança no Brasil é feito pelo estados e municípios”, alertou Tavares.
O pré-candidato também fez críticas ao governo federal com relação à Saúde e ressaltou a necessidade do Estado em criar alternativas ao atendimento pelo SUS, sistema que considera falido. “Não basta contratar mais médicos se a população não tem hospitais, não tem enfermeiros, equipamentos, medicamentos. Com o dinheiro gasto para fazer 100 quilômetros de rodovia, dá para construir cinco hospitais. Precisamos investir em educação, saúde e segurança”, explicou o tucano.
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