Polícia Civil incinera drogas apreendidas com menores
A Delegacia Especial da Criança e do Adolescente, da Polícia Civil, incinerou nesta quinta-feira (14) cerca de 80 quilos de drogas que estavam na especializada, após terem sido apreendidas com menores de 2010 e junho deste ano.
A incineração aconteceu no antigo Campus Tamandaré, no bairro do Pontal da Barra, e foi acompanhada pelo diretor de Polícia Judiciária Metropolitana, Denisson Albuquerque, o chefe da Vigilância Sanitária, Paulo Bezerra, e a promotora de Justiça, Cinthia Calumby.
O delegado especial da Criança e do Adolescente, Felipe Caldas, informou que 90% do produto incinerado é maconha, sendo o restante crack, cocaína e outras substâncias entorpecentes.
De acordo com o delegado, a droga estava estocada dentro da delegacia, e a queima foi autorizada pelo delegado da Infância e da Juventude da Capital, Ney Alcântara.
O chefe da Vigilância Sanitária, Paulo Bezerra, explicou que “normalmente esse procedimento (incineração) é feito em usinas, mas como elas não estão moendo optamos por um ambiente aberto e que não causasse transtorno para população”.
A operação de queima da droga contou com o apoio de policiais civis da Axfixia.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
