Política

PSDB sofre baixas na base, mas Julio Cézar se garante nas ruas

Por Beto Mácario/ 7 Segundos 22/08/2014 07h07
PSDB sofre baixas na base, mas Julio Cézar se garante nas ruas
Júlio César - Foto: Assessoria

Nesta eleição, o PSDB vem sofrendo várias baixas em seu secretariado. Nomes importantes, que compuseram o alto escalão do Governo tucano estão apoiando outras frentes. O próprio secretário de infraestrutura, Marco Fireman (PSDB), é um deles. Ele que apontava como um nome forte do ninho, para substituir o governador, Teotonio Vilela Filho (PSDB), alçou voo e foi defender a bandeira Progressista, de Benedito de Lira.

Esse é apenas um dos fatídicos casos que tomaram rumos diferentes do partido. Entre eles, destacam-se: José Thomaz Nonô (DEM), substituto natural de Vilela (como vice-governador), o ex-secretário adjunto de Esporte Jorge Sexto; entre outros. No entanto, nenhuma dessas baixas desanima o candidato ao Governo do Estado, Júlio Cezar Silva (PSDB).

Ele que atendeu com exclusividade à reportagem do 7 Segundos revela que, estas baixas, não interferem - em nada – à sua campanha. “Isso não é problema, nem para mim, nem para o partido”, informa o vereador de Palmeira dos Índios. Tanto, que o partido não se pronunciou sobre os casos, nem tampouco, comenta sobre retaliação.

“Os nomes que se comprometeram com outras frentes acordaram em um momento de indefinição”, diz Cezar, se referindo à desistência de Eduardo Tavares (PSDB) e a escolha de seu nome para encabeçar a chapa. Mas, de cabeça erguida e confiante, o candidato explica que isso não inviabiliza, nem enfraquece a sua disputa.

Júlio conta que o apoio de aliados é sempre muito interessante, para todo e qualquer postulante ao Governo. No entanto, seu apoio maior está vindo das ruas: “é inegável os avanços que tivemos durante o exercício do mandato de Vilela. Precisamos, agora, corrigir o que precisa e dar sequência aos exitosos processos destes oito anos de Governo”, complementa o candidato.

Para Isso, Julio Cezar Silva reforça: “quem disse que um Silva não pode governar Alagoas”, conclui.