"Top Five" do "CQC" comete gafe e exibe vídeo de 2009 como se fosse novo
Principal quadro do "CQC", exibido às segundas na Band, o "Top Five" cometeu uma gafe durante a edição desta semana.
Como se sabe, o quadro mostra cinco gafes da semana na televisão e recebe sugestões dos telespectadores do programa, através das redes sociais, principalmente no Twitter, com o @topfivebrasil.
Durante o quadro, tudo corria bem. Os quatro primeiros vídeos exibidos eram desta semana e geraram comentários, como de praxe. O problema aconteceu com o primeiro lugar da lista.
O vídeo mostrava um repórter da TV Mirante, afiliada da Globo no Maranhão, que durante uma entrada ao vivo para o jornal local da emissora acabou levando um choque do microfone e assustando. A cena é, de fato, engraçada. Porém, foge completamente da proposta do "Top Five", que é apresentar os cinco vídeos mais engraçados na televisão durante a semana, sejam eles nacionais ou locais. O caso ocorreu em maio de 2009, há quase seis anos.
Atualmente, o "CQC" passa por uma intensa reformulação em busca de melhores índices, que não foram conseguidos até o momento. Nesta segunda (23), por exemplo, a audiência foi de apenas 1,5 pontos na Grande SP.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
