HGE é reabastecido com medicamentos e insumos
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) iniciou o reabastecimento do Hospital Geral do Estado (HGE) com 32.365 unidades de medicamentos e 187.295 unidades de correlatos e insumos. A ação foi iniciada menos de 24 horas após o governador Renan Filho e a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, inspecionarem a unidade.
Do total de medicamentos entregues na primeira remessa, segundo a Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), constavam, por exemplo, 11.700 unidades de captopril e duas mil unidades de propranolol, utilizados para o tratamento de pacientes hipertensos.
Já entre os insumos e correlatos, o HGE recebeu 5.295 unidades de fio para sutura, 2.700 unidades de ataduras, 3.100 unidades de agulhas, 9.200 unidades de equipos para infusão de soro e sangue nos pacientes, 3.100 unidades de cateteres, 6.300 unidades de seringas, 136 mil unidades de luvas, 13.200 unidades de fraldas descartáveis e 8.400 unidades de sapatilhas hospitalares.
Entretanto, novos carregamentos de medicamentos e insumos estarão chegando nas próximas horas até o HGE, até que o hospital esteja totalmente reabastecido, conforme determinou o governador Renan Filho durante a visita realizada na terça-feira (26).
Para isso, segundo a secretária Rozangela Wyszomirska, uma compra emergencial para 30 dias foi realizada e o estoque da unidade será normalizado.
“Estamos trabalhando incansavelmente para suprirmos totalmente o HGE, que é a maior unidade de urgência e emergência do Estado e presta relevantes serviços aos alagoanos. Para isso, temos contado com a dedicação e o trabalho de todos os nossos servidores, que atuam diariamente para salvar vidas e atender os usuários do SUS [Sistema Único de Saúde] com agilidade, eficiência e de forma humanizada”, ressaltou a secretária de Saúde.
Desabastecimento – De acordo com o governador Renan Filho, o desabastecimento do HGE teve origem no governo passado, que não realizou os pagamentos aos fornecedores da Secretária de Estado da Saúde e fez compras acima de R$ 100 milhões, sem respeitar o processo legal.
O quadro foi apresentado na semana anterior, em nota emitida pela secretária de Estado da Saúde, onde foi detalhada a situação financeira da pasta.
"Como grande parte dos processos abertos na gestão passada não foram empenhados, os pagamentos cobrados estão sendo auditados pela CGE [Controladoria Geral do Estado], para que possam ser efetuados nesta gestão. No caso das dívidas contraídas sem o devido trâmite legal, a atual gestão da Sesau, com base no Decreto 39.456, de 20 de fevereiro de 2015, adotou todas as medidas necessárias para a instauração de sindicância interna, que irá apurar as responsabilidades. No entanto, desde a semana passada, a Sesau vem realizando o pagamento dos fornecedores", disse a nota.
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