Nova edição da Feira do Peixe Vivo começa nesta sexta, no Parque da Pecuária
A quarta edição da Feira do Peixe Vivo tem início na próxima sexta-feira (4), das 7h às 13h, no Parque da Pecuária, em Maceió. A iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura (Seagri), busca aproximar pescadores e aquicultores do consumidor final, apoiando esses produtores na etapa mais crítica do processo, que é a comercialização.
Esta será a segunda edição da Feira do Peixe Vivo em 2015. Em abril, nas vésperas da Semana Santa, a feira teve como resultado a comercialização de 12 toneladas de pescado, com uma frequência média de duas mil pessoas por dia. Além do preço baixo, outro diferencial da feira é a qualidade do produto, que chega diretamente de sua origem para a mesa do consumidor.
Nesta edição, 20 aquicultores familiares e pescadores artesanais de vários municípios alagoanos vão oferecer cerca de cinco toneladas de tilápia, tambaqui, surubim, curimatã, camarão, ostras, sururu, carne de jacaré e peixes marinhos, entre outras variedades. De acordo com o assessor especial da Seagri, Edson Maruta, a expectativa é de que aproximadamente três mil pessoas passem pela pecuária até sábado (5), quando a feira será encerrada.
“Na Semana Santa, existe a tradição da população no consumo do pescado, então tivemos um volume maior de pescado negociado. Nesta edição, vamos incentivar a população para o consumo permanente do pescado, durante o ano inteiro. Temos a certeza de que os produtores e os fregueses vão voltar para casa satisfeitos”, disse o técnico.
O secretário da Agricultura, Álvaro Vasconcelos, destacou o papel da Feira do Peixe Vivo em levar alimento de qualidade para o alagoano, além de atender a uma das principais demandas das colônias de pescadores do estado: o apoio no escoamento da produção.
“Queremos levar a Feira do Peixe Vivo também para o interior do estado, atendendo os consumidores e produtores de cada região. Essa é uma ação do Governo Renan Filho para aproximar as duas extremidades da cadeia produtiva do pescado, fomentando o desenvolvimento da pesca e da aquicultura, valorizando o produtor e levando um alimento saudável para a mesa do alagoano”, disse o secretário.
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