Linhas de pesquisa estão em análise para receber financiamento do SUS
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) realiza, nos dias 9 e 10 deste mês, a III Oficina para Seleção de Prioridades de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorre no Hotel Ponta Verde, no bairro de Ponta Verde, em Maceió, e vai reunir pesquisadores, técnicos e gestores da área.
O encontro tem como meta estabelecer o diálogo entre gestores e pesquisadores, para que sejam definidas as linhas de pesquisa que serão financiadas pelo Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (PPSUS).
O evento é realizado em parceria com a Fundação de Amparo a Pesquisa de Alagoas (Fapeal) e Ministério da Saúde. Ele contará com o financiamento de R$ 2 milhões para pesquisas que busquem a solução de problemas e aperfeiçoamento da assistência prestada pelo SUS.
A gerente de Ciência e Tecnologia da Sesau, Fátima Lima, ressaltou que o objetivo do PPSUS é realizar pesquisas para melhorar a saúde da população.
“Os projetos que serão financiados pelo PPSUS devem ser norteados pela aplicação dentro da assistência à saúde prestada à população”, destacou a gerente.
Fátima Lima ressaltou que é grande o desafio de aproximar as ações da saúde com o universo acadêmico.
“A geração de conhecimento é essencial para a promoção, recuperação e evolução da assistência prestada à população. Com as oficinas e o PPSUS busca-se criar uma cultura científica em Alagoas, ampliando a resolutividade e a eficácia do SUS no estado”, declarou a gerente.
Trabalho Continuado – A iniciativa continua o trabalho já iniciado de seleção de prioridades das pesquisas. Foram selecionados, na II Oficina de Prioridades do PPSUS, concluída no dia 18 de agosto, 26 temas.
As prioridades foram selecionadas com base nas necessidades reais de atuação em Alagoas. Entre os temas selecionados destacam-se, causa e feito do câncer, gestão das tecnologias de saúde, estudos sobre a situação de saúde das pessoas que vivem em situação de rua e impacto das politicas públicas sobre a violência.
Fátima Lima ressaltou, ainda, que as oficinas preparatórias representam um marco na discussão dos problemas de saúde da população.
“As pesquisas vão auxiliar os gestores públicos a criarem políticas de saúde mais efetivas que atuem diretamente nas áreas mais sensíveis da assistência”, destacou a gerente.
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