Projetos desenvolvido em penitenciárias de AL são referência para outros estados
As ações da Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas (Seris-AL) têm servido como exemplo para representantes de outras unidades federativas. Após receber a visita de gestores de Goiás e do Rio de Janeiro, no Presídio do Agreste, nas últimas semanas, chegou a vez de representantes da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seapa-BA) conhecerem os projetos desenvolvidos nas unidades da capital alagoana.
Durante a última visita, o gestor da Seris, coronel Marcos Sérgio, e os gerentes do Centro de Monitoramento Eletrônico de Presos (CMEP), do Núcleo Ressocializador da Capital (NRC) e da Escola Penitenciária prestaram informações e orientações a fim de compartilhar boas práticas de gestão.
O intercâmbio com a Bahia ocorreu entre os dias 16 e 18 de setembro e uma nova agenda já está sendo estudada para que os outros serviços implantados no sistema prisional alagoano sejam apresentados.
A visita foi bastante proveitosa. Prova disso é que os representantes da Bahia pretendem implantar um sistema de monitoramento eletrônico similar ao existe em Alagoas, com o CMEP fiscalizando todos os passos dos custodiados do semiaberto; uma unidade com trabalhos intensificados para reintegração social, nos moldes do NRC, com baixíssima reincidência; além de criar um calendário de capacitações dirigidas aos servidores penitenciários, a partir da Escola Penitenciária.
O agente penitenciário da Seapa, Manuel Pequeno, destaca não só os processos ressocializadores de Alagoas, mas também os mecanismos de fiscalização, conforme a Lei de Execuções Penais, e as condições de trabalho dos servidores.
“Esse importante intercâmbio foi importante para conhecermos a rotina e o funcionamento das unidades prisionais e o tratamento aos agentes. É incrível como a Seris tem feito tanto, com tão pouco. Estão de parabéns”, comenta.
Segundo o secretário de Ressocialização e Inclusão Social, coronel Marcos Sérgio, é essencial somar forças para que a lei seja cumprida e, consequentemente, a ordem e a justiça prevaleçam.
“Buscamos experiências que deram certo em outras unidades federativas para aperfeiçoar nossas ações. Do mesmo modo, estamos à disposição para compartilhar experiências inovadoras e eficientes que fortaleçam a segurança e o processo ressocializador de outros Estados”, salienta.
Fiscalização
Os representantes do sistema prisional da Bahia também tiveram a oportunidade de acompanhar uma operação integrada, coordenada no Copen, a partir do sistema de monitoramento por tornozeleira eletrônica, na quinta-feira (10).
Durante a ação, a Polícia Militar e o Grupo de Escolta e Remoção (GER) fiscalizaram a conduta dos reeducandos do regime semiaberto e detiveram um custodiado por violar sua área de inclusão, em Maceió.
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