IMA faz levantamento de fauna para criação de Unidade de Conservação
A equipe da Gestão de Fauna do Instituto do Meio Ambiente (IMA) realiza levantamento da fauna silvestre em local onde pode ser criada nova Unidade de Conservação, em Alagoas. A identificação deverá contribuir com a definição da categoria da nova área legalmente protegida. A incursão foi realizada nos dias 11 e 12, no município de Penedo.
No local, os biólogos e veterinários que compõem a equipe encontraram vestígios de diversos animais. “Felinos silvestres, animais da família Dasyproctidae e Cuniculidae (cutia e paca), rastros de répteis (teju, iguana, serpentes), dezenas de aves, peixes e anfíbios”, comentou Epitácio Correia, veterinário e consultor ambiental do IMA.
Não há previsão de novas vistorias desse tipo, mas o relatório da incursão irá “compor o parecer técnico junto com a parte de flora e caracterização fitofisionômica e sociocultural da área”. A conferência realizada na área deverá servir para a definição do tipo e da categoria da futura Unidade de Conservação.
As Unidades de Conservação são áreas legalmente protegidas, conforme prevê o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Elas podem ser de Proteção Integral – quando a utilização é restrita, e de Uso Sustentável – quando são permitidos diversos tipos de usos dos recursos naturais de modo equilibrado.
Atualmente, existem em Alagoas 53 Unidades de Conservação. Sob os cuidados do Estado existem cinco Áreas de Proteção Ambiental (APAs), duas Reservas Ecológicas (Resecs), um Refúgio da Vida Silvestre (RVS), uma Estação Ecológica e 28 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), entre as 33 existentes no Estado.
Mais três locais estão em estudo e podem se transformar em áreas legalmente protegidas nos principais biomas existentes em Alagoas: Mata Atlântica e Caatinga. Eles estão localizados na região do Baixo São Francisco: mais uma no município de Penedo e as outras duas estão localizadas em Traipu e Piranhas.
O passo seguinte aos estudos técnicos é a realização das consultas públicas para informar à população que vive perto das áreas sobre a proposta e verificar a aceitação. Em seguida é feita toda a parte burocrática para tornar a criação oficial. O estudo conta com a parceria da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
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