Centro de Acolhimento completa um ano de assistência em Arapiraca
Contribuir para ajudar a dependentes químicos a se livrarem das drogas. Este é o trabalho do Centro de Acolhimento a pessoas com dependência química, que está fazendo um ano que foi instalado em Arapiraca, no bairro Alto do Cruzeiro. De janeiro a abril deste ano já foram cerca de 900 atendimentos
Nesta quarta-feira (25), das 8h às 12 h, a Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) vai realizar um seminário sobre "Acolhimento Voluntário", para esclarecer os trabalhos realizados pela Rede Acolhe. O evento será realizado no Planetário e Casa de Ciência de Arapiraca, no Lago da Perucaba.
Durante esta semana, os profissionais do Centro de Acolhimento, que faz parte da Secretaria de Estado de Prevenção à Violência, estão comemorando os trabalhos realizados em Arapiraca e região com cerca de 900 atendimentos, apenas entre janeiro e abril deste ano.
De acordo com o coordenador do Centro de Acolhimento, Thomas Artur Silva Santos, famílias em que há dependentes químicos, que são usuários de drogas e não conseguem se livrar do vício, recebem toda e necessária orientação para cuidar deles.
"O Centro de Acolhimento está completando um ano aqui em Arapiraca, que foi instalado pelo governador Renan Filho, tem ajudado a centemas de famílias que tem seus dependentes químicos a se livrarem das drogas e estamos conseguindo retirar muita gente nesta situação de vulnerabilidade social", disse Thomas Artur.
Anjos da Paz
O Centro de Acolhimento conta ainda com os Anjos da Paz que são formados por profissionais como psicólogos e assistentes sociais que vão até as residências das famílias que não conseguem ajudar seus próprios membros dependentes químicos.
"O trabalho dos Anjos da Paz é justamente sensibilizar o dependente químico para que ele dê o primeiro passo para o tratamento e trazê-lo para o Centro de Acolhimento", afirmou Thomas Arthur.
O coordenador explicou que o primeiro passo é admitir a necessidade do tratamento, assumir que o indivíduo é dependente químico e que sozinho não tem condições de se livrar do vício.
"Até ele chegar aqui no Centro de Acolhimento é um processo demorado e de conscientização do próprio dependente. Esse trabalho é feito junto com os familiares no dia a dia dele e de forma voluntária", declarou o coordenador.
Ao chegar ao Centro de Acolhimento, o dependente químico passa por um programa terapêutico até que ele alcance a reabilitação junto à sociedade.
Thomas Artur Santos explicou que os familiares são os principais parceiros nesse processo de libertação do vício do dependente químico. Ele afirmou que em Alagoas existem dois Centros de Acolhimento, um em Maceió e o outro em Arapiraca para atender às familias do interior do estado, nas regiões do Agreste e Sertão de Alagoas.
Para fortaleder a rede de acolhimento e assistência aos dependentes químicos, existem em Alagoas 34 comunidades acolhedores, credenciadas pelo governo do Estado, que dão assistência às famílias com o tratamento terapêutico voluntário, no sentido de orientá-las para ajudar no tratamento dos dependentes até que ele seja acolhido para se livrar do vício.
Serviço:
O Centro de Acolhimento de Arapiraca funciona na Rua Barão de Alagoas, 118, no bairro Alto do Cruzeiro e atende pelos telefones 3539-8441 e pelo call center 0800.280.9390.
Abaixo, veja a entrevista do coordenador do Centro de Acolhimento de Arairaca, Thomas Arthur:
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