Apple iPhone SE: hardware atual com o corpo de 2012
Em março, a Apple não exatamente surpreendeu o mundo ao anunciar o iPhone SE, um novo iPhone que, na prática, não tem nada de novo. É um aparelho com tela de 4 polegadas na era das telas gigantes, mas com um hardware digno de respeito – afinal de contas, é basicamente o mesmo do iPhone 6S, com uma ou outra diferença.
Mas será que o mundo quer telas menores? Será que há espaço para 4 polegadas hoje em dia? Passei alguns dias com o iPhone SE em mãos para saber a resposta para isso. Em resumo, diria que sim, seria ótimo se mais smartphones fossem lançados com telas menores – nas linhas abaixo, explico em detalhes.
Uma tendência no mundo dos smartphones nos últimos anos foi o crescimento das telas. A linha Galaxy S, da Samsung, por exemplo, tinha 4 polegadas em seu primeiro modelo, de 2010, e esse número só aumentou até a geração atual, o S7, que tem até 5,5 polegadas (no modelo Edge).
A Apple resistiu bastante ao crescimento das telas e só abandonou as 3,5 polegadas no iPhone original em 2012, com o lançamento do iPhone 5. Ele tinha 4 polegadas. Mas não era o bastante, e o iPhone 6, de 2014, foi lançado com tela de 4,7 polegadas (enquanto o 6 Plus tinha 5,5 polegadas).
Com o passar do tempo, os consumidores ficaram sem opções boas de smartphones premium com telas pequenas – ou ao menos não tão grandes – e hoje em dia é bem difícil encontrar um Android flagship com as 4,7 polegadas do iPhone 6S. A Apple acha que há mercado para os displays mais modestos, e por isso lançou recentemente o iPhone SE, que retorna às 4 polegadas da linha 5/5C/5S.
Estou acostumado com as telas enormes dos Android há anos. Por isso, era esperado que eu estranhasse, ao menos nos primeiros dias, o retorno às 4 polegadas do iPhone SE que peguei para testar. Mas quer saber? Depois de me reacostumar ao tamanho antigo, percebi que há sim espaço para esses displays menores.
O iPhone SE não tem nada de revolucionário, mas serve para nos lembrar de tempos em que conseguíamos alcançar todos os cantos da tela segurando o aparelho com apenas uma mão – isso era bom, e ainda pode ser.
O iPhone SE não tem absolutamente nada novo. O design dele, inclusive, já tem alguns anos de vida. Isso porque a Apple aparentemente reaproveitou o que já tinha feito (e que deu certo) com o iPhone 5: um corpo metálico bastante elegante, a parte frontal com bastante espaço inutilizado e o botão home tradicional do iPhone (com o Touch ID).
A câmera traseira posicionada no canto superior esquerdo do aparelho com o flash duplo introduzido no 5S. A entrada de fone de ouvido na parte inferior do dispositivo, ao lado do conector Lightning e dos alto-falantes.
Não vejo isso como um problema, embora seja um indicativo de uma certa falta de criatividade por parte da Apple. Coloque um iPhone SE ao lado de um 5S e dificilmente alguém vai conseguir dizer qual é qual apenas olhando o dispositivo. Poderia ser diferente? Poderia, mas também não é como se o design dele fosse feio no passado, e continua não sendo hoje.
Quem gostava do 5S vai gostar do SE, e quem não gostava não tem motivo algum para começar a gostar agora.
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