Apesar da crise hídrica, Palmeira dos Índios poderá ter abastecimento de água normalizado
O problema de falta d'água é recorrente na cidade de Palmeira dos Índios. A população do município convive há quase um ano com o sistema de rodizio: a cada cinco dias alterna a região que vai ficar com água, a outra metade tenta se virar com os reservatórios abastecidos. A oferta de água a Palmeira dos Índios foi reduzida em 70% porque a barragem Carangueja, principal manancial de abastecimento, secou. Apenas o Sistema Caçamba, que abastece 30% da cidade, está operando.
Para minimizar essa situação, a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) iniciou este mês a limpeza da barragem Carangueja, em Quebrangulo. O trabalho vai durar 30 dias e consiste na retirada da lama e da vegetação do fundo da barragem, que secou devido à estiagem prologada que atinge todo o Nordeste.
A Casal informou que o serviço também inclui a instalação de um equipamento chamado de flutuante para captação da água, garantindo, assim, mais qualidade ao produto que é distribuído pela Companhia.
Diante do caos, o governador Renan Filho assinou ainda no mês de Janeiro as ordens de serviço para duas obras emergências que vão amenizar a dificuldade dos palmeirenses, totalizando cerca de R$ 6 milhões em investimentos.
Essas iniciativas consistem no aproveitamento do excedente de água do novo Sistema Bálsamo-Estrela de Alagoas-Minador do Negrão, através da inversão do fluxo na adutora Palmeira-Estrela de Alagoas, fazendo com que parte da água captada na barragem do Bálsamo abasteça o povoado Canafístula, em Palmeira dos Índios.
A outra ordem de serviço diz respeito à duplicação do fornecimento de água para a cidade a partir da barragem do Caçamba, com a implantação de novos equipamentos e 3.500m de adutora de 250mm para transposição do Sistema Caçamba para a adutora da Carangueja.
O vice-presidente de Gestão Operacional da Casal, Francisco Beltrão, informou que além dessas medidas, existem um trabalho de conscientização para combater os desvios de água das adutoras e às ligações clandestinas. “Dessa forma a água vai chegar para quem realmente precisa dela”, afirmou Francisco.
As obras emergenciais vão aumentar a produção de água e, consequentemente, reduzir os efeitos da estiagem prolongada.
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