Aberto ao público, Lara Melo interpreta músicas de Chico Elpídio em teatro de Arapiraca
A Música é uma sequência de ondas sonoras com um certo sentido rítmico, melódico. Seria ela um “Mar de Harmonias”, onde tudo está balanceado, sem riscos de naufrágios ou rimas descabidas.
Este, aliás, é o nome do show que a cantora alagoana Lara Melo está trazendo para Arapiraca nesta quinta-feira (18), dentro do projeto contemplado pelo Prêmio Diogo Silvestre, contando com o apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Arapiraca.
Com entrada franca, a apresentação acontecerá no Teatro Cenecista Thereza Auto Teófilo, no bairro do Centro, tendo a abertura feita pelo estudante de Música da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Wyron Roberth.
Neste novo formato, ela homenageia a poesia e a música do cantor alagoano Chico Elpídio, ainda pouco conhecido do grande público, mas de uma pureza gigantesca em suas composições sambistas. Em novembro do ano passado, a intérprete ganhou o 3º lugar no Festival Em Cantos de Alagoas,realizado em Maceió.
Voz de maçã
Desde os 15 anos, o canto surgiu para Lara Melo como quem nasce para o seu par. Ela entrou para o coral da Escola Técnica Federal de Alagoas (Etfal, hoje Instituto Federal de Alagoas – Ifal), acompanhada e influenciada pela própria mãe. E foi aquele turbilhão todo de emoções.
De lá para cá – atualmente a cantora tem 32 anos de idade –, a paixão vem só aumentando. Hoje ela é integrante da banda de samba Cai Dentro, que é frequente atração dos barzinhos de Maceió aos finais de semana.
Mas este agora é um projeto solo. “A Música me faz flutuar nesse mar de incertezas que é a vida. Dá uma leveza maior em tudo. E poder homenagear o grande amigo Chico Elpídio é de uma honra sem tamanho e, ainda, pela primeira vez em Arapiraca com este projeto agraciado em edital pela Secretaria de Estado da Cultura. Estou muito feliz”, diz Lara, enfatizando ter lançado um DVD recentemente intitulado “Vertente”, com canções de dois Chicos: Elpídio e Buarque.
Para cá, ela traz isoladamente o cancioneiro de Elpídio, que figurava como um dos ponta de lança do Grupo Terra, aqui em Alagoas. Ele próprio aprovou as versões de Lara e já a apelidou de “voz de maçã”.
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