Prefeito de Craíbas destaca participação na XX Marcha em Defesa dos Municípios
O prefeito de Craíbas, Ediel Leite (PMDB), é um dos prefeitos alagoanos que estão presentes na XX Marcha em Defesa dos Municípios Brasileiros, organizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em Brasília.
Para o Portal 7Segundos, o prefeito falou da importância da realização anual dessa Marcha. “Acabamos de escutar a palestra do ministro da Justiça, Osmar Serraglio, onde podemos aprender diversas coisas que levaremos para os nossos municípios. Nós como prefeitos esperamos sempre que o governo olhe com mais carinho a situação da nossa região, principalmente as cidades que dependem do FPM", afirmou Ediel Leite.
O prefeito de Craíbas disse que teve uma boa noticia pelo Governo Federal que baixou uma medida onde os municípios vão ter facilidade para renegociar suas dívidas com a Previdência que, segundo ele, mais de 90% das cidades brasileiras estão no CAUC devido à Previdência Social.
"A cada ano que passa o débito só vai aumentando e está praticamente ingovernável para os munícipios, principalmente municípios carentes como os da região Nordeste e Norte, onde tem a menor arrecadação. A nossa luta do municipalismo é essa”, explicou Ediel.
O prefeito destacou ainda que a ida a Brasília, serve para que os prefeitos possam reivindicar junto aos parlamentares da capital federal, melhorias para os seus respectivos municípios. “Durante a Marcha agendamos compromissos com alguns parlamentares. Também estivemos com alguns ministros, onde fizemos algumas reivindicações e vamos aguardar para que o nosso pleito seja atendido para que possamos melhorar as condições das nossas cidades”.
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, estima que o número de municípios com pendências em pagamentos à Previdência Social está atualmente entre 2,5 mil e 3 mil. Com a dívida, eles não conseguem obter os certificados necessários para receber as emendas voluntárias apresentadas por deputados e senadores em busca de recursos para suas bases. “Os próprios congressistas estão apavorados, porque eles têm emendas voluntárias, que não podem ser pagas porque o município está negativado”, explicou Ziulkoski.
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