Sem cubanos, Belo Monte só terá médico uma vez por semana
Quem precisa de atendimento, está tendo que ser levado para Batalha
A saída de três médicos cubanos da assistência ao Programa de Saúde da Família no município de Belo Monte, no sertão de Alagoas, tem deixado a população e as autoridades municipais apreensivas.
Desde o último dia 20, não há médicos atuando na cidade alagoana. Quem precisa de atendimento médico tem de ser levado para o município de Batalha, a 28 km de distância dali. Belo Monte não possui hospital nem transporte coletivo.
O trajeto é bem complicado: é necessário percorrer 25 km de estrada de terra até chegar ao trecho da AL-125 que é asfaltado. Em várias partes, só cabe um veículo por vez. Se há dois, em direções opostas, um dos motoristas é obrigado a subir no mato para o outro carro passar. Ou seja, as condições precárias da estrada restringem o socorro rápido.
Belo Monte é o único município de Alagoas que tinha 100% de cobertura do Mais Médicos feita por cubanos. Com a ordem do governo de Cuba para os profissionais retornarem ao país, agora o município só dispõe de um médico plantonista, que vai ao local aos sábados, até que aconteça o preenchimento das três vagas em aberto. Ao todo, Alagoas tinha 128 médicos cubanos
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