IML confirma que bebê de um mês morreu após traumatismo craniano em Arapiraca
Versão da família é de que menina teria sofrido um engasgo
O Instituto Médico Legal de Arapiraca atestou que a causa da morte da bebê de 1 mês, ocorrida no último sábado (16), em Arapiraca, foi provocada por traumatismo craniano, contrariando as informações fornecidas pela família.
Conforme os primeiros levantamentos sobre o caso, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para uma residência no bairro Caititus, na tarde de sábado, para socorrer a pequena Kamily Vitória dos Santos, que - de acordo com os pais - teria sofrido um engasgo.
Ao chegar no local os socorristas apenas confirmaram o óbito. A Polícia Militar foi acionada para o local e adotou procedimentos cabíveis, isolando o local onde o corpo se encontrava para que técnicos da Perícia Oficial pudessem recolher elementos de investigação para o caso. O corpo da bebê foi encaminhada para o IML.
Os exames cadavéricos apontaram que a causa da morte de Kamily Vitória foi provocada por um traumatismo craniano. O laudo será encaminhado para a Polícia Civil, que está investigando o caso.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
