Com prisões, família de Marielle tem esperança que polícia ache o mandante
A família da vereadora Marielle Franco (PSOL) recebeu com esperança a notícia da prisão do policial militar reformado Ronnie Lessa, 48, e do ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, 46, suspeitos de executarem a parlamentar carioca e o motorista do carro em que ela estava, Anderson Gomes. Irmã, mãe e viúva de Marielle afirmaram, no entanto, que mais do que prender quem matou é preciso encontrar quem mandou executar a vereadora. O crime completa um ano nesta quinta-feira (14).
"Eu me sinto aliviada, mas que não é suficiente. A família quer, Deus queira, e eu como mãe, que a gente saiba que foi o mandante do assassinato da minha filha", disse a mãe de Marielle, Marinete Silva, em entrevista à Band News Fm.
Ela disse ainda que esse último ano tem sido de "uma angústia que não tem fim, uma dor que não tem fim". "Infelizmente a gente está vivendo um ano de esperas, de perguntas", afirmou.
Mônica Benício, a viúva de Marielle, disse que foi informada da operação Lume que prendeu os dois suspeitos um pouco antes de agentes da Polícia Civil e membros do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) executá-la e que enxerga as prisões com "algum otimismo".
"É bom a gente ressaltar que não basta a gente prender ratos mercenários, isso é só uma pequena parte, obviamente importante. Mas a resposta mais importante que tem que ver é que quem mandou matar e qual foi a motivação desse crime", afirmou Mônica à mesma emissora.
A irmã de Marielle, Anielle Silva, disse que a família foi chamada pelo MP-RJ para acompanhar o desenrolar da operação. "O MP convidou a gente para ir para lá a partir das 10h, aí a gente vai saber o que está acontecendo além do que está na mídia", contou em entrevista à CBN.
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