Ator da Globo diz que foi morar em Portugal após sofrer ameaça de morte por ser gay
O ator afirma que em Portugal a homofobia é bem menor que no Brasil
Em entrevista a Michael Sá, na edição desta quarta-feira (22) do jornal Extra, o ator Leornardo Vieira, que atuou em novelas como “Renascer”, “Sonho meu” e “Senhora do Destino”, da TV Globo, afirmou que resolveu se mudar para Portugal após sofrer ameaças de morte por ser gay.
“Em Portugal, a homofobia é bem menor que no Brasil, eu não sofro ameaças de morte por ser eu, como já aconteceu no meu país. Aqui, a morte de alguém por violência é notícia por semanas, pois não é como no Brasi, que se morre por bala perdida todos dias”, disse o ator, de 50 anos, que se mudou com o marido, Leandro Fonseca, em novembro.
Leonardo Vieira ainda cita como motivo para deixar o Brasil a eleição de Jair Bolsonaro (PSL). “Aqui não há um presidente que faz cortes na educação e estimula o uso de armas por crianças. Aqui em Portugal a extrema direita não está no poder. Esses são alguns dos motivos e já são o suficiente para eu ter escolhido morar em Portugal. Ah, claro, sou cidadão português”, afirmou.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
