Operação prende dois suspeitos de clonar carro usado no caso Marielle
Ação da Polícia Civil com o Ministério Público do Rio de Janeiro busca integrantes de milícia da zona oeste comandada por Orlando Curicica
A operação da Polícia Civil e do MP-RJ (Ministério Público do Rio) contra milicianos da zona oeste prendeu nesta sexta-feira (31) dois homens suspeitos de serem os responsáveis pela clonagem do carro Cobalt prata usado no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março do ano passado.
Na mesma operação foi preso um sargento da Polícia Militar apontado pela polícia federal como responsável pela obstrução das investigações do assassinato da vereadora. Durante meses ele foi considerado testemunho chave do caso.
Foi o sargento quem disse para a polícia que o crime teria sido praticado pelo bando de Orlando Curicica a mando do vereador Marcelo Siciliano. Os dois sempre negaram as acusações. Posteriormente ficou comprovado que suspeito havia rompido com Curicica e fizera as denúncias por se sentir ameaçado pelo ex-chefe.
O grupo, segundo a Polícia Civil, atua na exploração ilegal de serviços como transporte, lazer, alimentação e segurança, na cobrança de taxas de proteção aos comerciantes da localidade e de pedágios aos trabalhadores de transporte alternativo (vans e mototáxis), além do controle de associações de moradores das regiões.
A quadrilha é acusada de cometer crimes com “extrema violência”, incluindo execução de testemunhas e tentativas de homicídio de autoridades responsáveis pelas investigações.
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