Emprego: Alagoas fica em 11º em contratações com carteira assinada no mês de julho
No país, foram criadas 43.820 vagas no mês, segundo dados divulgados nesta sexta (23) pelo Caged

Alagoas está em décimo primeiro lugar do rankingo do salto de emprego no mês de julho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério do Trabalho. De acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira (23), no país foram criados 43.820 postos de trabalho, que representa um aumento de 0,11% em relação ao mês de junho.
Conforme o sumário divulgado pelo Caged, em Alagoas 9.503 pessoas tiveram as carteiras de trabalho assinadas por um novo empregador, enquanto outras 8.033 pessoas foram desligadas do trabalho formalmente. A diferença entre contratações e demissões foi de 1.470, que representa um saldo positivo de 0,45%. Em Rondônia, que ficou em décimo lugar, a variação entre admissões e desligamentos foi de 1.505, um saldo positivo de 0,64%.
Apesar do crescimento de empregados com carteira assinada ser inferior a 1%, o Caged considera o resultado positivo e anunciou que o emprego formal no Brasil teve crescimento pelo quarto mês consecutivo. Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 521.542 empregos, variação de +1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. Em 2018, o saldo tinha ficado positivo em 286.121 vagas.
O secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, destaca que os dados do Caged revelam que houve crescimento do emprego formal nos sete primeiros meses do ano, superior ao mesmo período do ano anterior. No mês, o destaque foi para o setor da construção civil, que apresentou resultados melhores que nos meses anteriores, reflexo de investimentos recentes no setor, especialmente no estado de Minas Gerais.
“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, disse Dalcolmo.
Dos oito setores econômicos, sete contrataram mais do que demitiram em julho. O saldo ficou positivo na Construção Civil, Serviços, Indústria de Transformação, Comércio, Agropecuária, Extrativa Mineral e Serviços Industriais de Utilidade Pública. Apenas Administração Pública descreveu saldo negativo.
Principal destaque do mês, a Construção Civil teve saldo de 18.721 novos postos de trabalho. Os subsetores de construção de rodovias e ferrovias, principalmente em Minas Gerais e Pará; construção de edifícios, especialmente em São Paulo e Pará; e obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações, sobretudo em Minas Gerais e Bahia, foram os maiores contribuidores para o resultado.
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