Trump planeja retorno às redes sociais com sua própria plataforma, diz assessor
Porta-voz da campanha do ex-presidente dos EUA em 2020 disse que novidade irá 'redefinir o jogo' e pode ser lançada daqui dois ou três meses
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, planeja retornar às redes sociais em breve, usando "sua própria plataforma", após ser banido do Twitter e de outras redes sociais, afirmou um ex-assessor do ex-presidente no último domingo (21).
Jason Miller, um porta-voz da campanha de Trump em 2020, afirmou à emissora americana Fox News que Trump retornaria às redes sociais com uma nova plataforma própria que "redefiniria completamente o jogo".
"Acho que veremos o presidente Trump retornando às mídias sociais provavelmente em cerca de dois ou três meses", afirmou Miller.
Trump atraiu 88 milhões de seguidores no Twitter e frequentemente usava a rede social para atacar seus críticos e anunciar mudanças de equipe e medidas políticas significativas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, gesticula enquanto ele e a primeira-dama Melania Trump deixam a Casa Branca para embarcar no Marine One antes da posse do presidente eleito Joe Biden em Washington, EUA, em 20 de janeiro de 2021 — Foto: Leah Millis/Reuters
O Twitter suspendeu permanentemente sua conta @realDonaldTrump depois que ele a utilizou para encorajar seus apoiadores a participarem do comício que se transformou no violento ataque ao Congresso dos Estados Unidos em 6 de janeiro.
Trump também foi suspenso por outras plataformas importantes, incluindo Facebook, Instagram, YouTube e Snapchat.
Miller não forneceu outros detalhes, nem disse se estará pessoalmente envolvido.
Por que Trump foi banido?
O ex-presidente dos EUA teve contas em diversas redes sociais bloqueadas depois que seus apoiadores invadiram o Congresso americano em 6 de janeiro – ação que resultou na morte de 5 pessoas.
As plataformas citaram preocupações de que as publicações de Trump poderiam incitar a violência.
Durante a invasão ao Congresso dos EUA, incentivado por Trump em discurso prévio para apoiadores, o ex-presidente usou seus perfis para elogiar o grupo e questionou a legitimidade das eleições.
O Twitter tirou 3 posts do ar e afirmou que os posts do ex-presidente violaram suas políticas contra "glorificação da violência".
Os motivos do Facebook e Instagram foram similares.
O Facebook derrubou um vídeo postado por Trump durante a invasão, por conta de "risco de violência".
Nele, o ex-presidente pedia que os manifestantes voltassem para casa, mas continuava a alegar, sem provas, que a eleição foi ilegítima.
O YouTube também disse que Trump violou suas políticas de incitação à violência e o impediu de enviar novos vídeos e fazer transmissões ao vivo.
O Twitter disse na última semana que buscaria a opinião do público sobre como e quando deveria banir líderes mundiais, dizendo que revisava sua política e considerava se os líderes deveriam obedecer as mesmas regras que os outros usuários.
Últimas notícias
Câmeras registram furto de motocicleta em estacionamento de supermercado na Santa Lúcia em Maceió
Emprego formal em Alagoas cresce 22,7% em quatro anos, aponta ministério
Caminhão tomba e interdita trecho da rodovia BR-101 em Maceió
Truque caseiro que viralizou e turbina sinal do Wi-Fi com base na ciência
Detalhe em cadeira usada por Xi em reunião com Trump chama a atenção
Dieta bíblica cresce entre jovens e transforma versículos em cardápio
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
